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domingo, 1 de dezembro de 2013

Bragantino x Figueirense - Série A aí vou eu!

Deu tudo certo...aliás, deu tudo mais do que certo. Ninguém poderia imaginar que o Figueirense conseguiria um acesso somando apenas 60 pontos quando a projeção apontava para no mínimo 62 pontos. Pois depois de praticamente dois anos de sofrimento e desgostos, o final de ano de 2013 reservou algo especial para os torcedores alvinegros. Parece que os "Deuses do Futebol" cansaram de nos maltratar e resolveram usar sua força sobrenatural para realizar o verdadeiro milagre alvinegro onde o universo conspirou a nosso favor e resultados pouco improváveis aconteceram para fazer nossa alegria.
Uma invasão alvinegra ocorreu em Bragança Paulista para ver de perto o jogo do acesso. Apesar do apoio em alguns momentos o jogo ficou tenso já que o time da casa resolveu endurecer e assustou em vários momentos e Volpi teve trabalho no início. Aos 29 minutos porém, Wellington Saci fez boa jogada pela esquerda se livrando de dois marcadores e cruzou na área para Maylson que dominou e chutou na zaga, mas a bola sobrou para Éverton Santos que encheu o pé e mandou a bola no ângulo abrindo o caminho para a vitória e fazendo a arquibancada vir abaixo. O gol não desconcentrou o time da casa que continuou assustando e Volpi aos 41 minutos operou um verdadeiro milagre fazendo uma defesa a queima roupa impedindo o empate adversário. 
O segundo tempo começou estranho com o Figueira mais encolhido e o Bragantino ganhando terreno. Além de chegar pouco ao gol adversário, a zaga alvinegra passava alguns sustos com os atacantes dando bastante trabalho. Mas enquanto no interior paulista o jogo começava a ficar preocupante, nos outros jogos os resultados foram se tornando favoráveis com o Paraná fazendo o dever de casa e vencendo e Icasa e o surpreendente Joinville abrindo 2 a 0 contra o Ceará no campo adversário. Com os resultados acontecendo a torcida alvinegra ia fazendo a festa na arquibancada e quase nem sentiu o empate do Bragantino aos 30 minutos após Volpi dar um rebote em um chute de fora da área e o zagueiro Guilherme só ter o trabalho de concluir a gol. Mesmo com o empate a festa continuou porque o Paraná e o Joinville ampliaram o placar diante de seus adversários então a essa altura do campeonato nada mais importava, podendo até perder o jogo o Figueirense voltava para a série A. 
Depois de um ano muito difícil onde em nenhum momento torcida e clube se entendiam, tivemos o clássico e de lá pra cá tudo mudou, a torcida abraçou o time, os jogadores passaram a acreditar no seu futebol e todos os setores do clube se mobilizaram para alcançar o acesso. Série A aí vou eu!

domingo, 24 de novembro de 2013

Figueirense x Asa - Dormindo e ficando no G4

O jogo do Figueirense contra o Asa foi antecipado para sexta-feira o que não agradou muito torcedores, diretoria, comissão técnica e jogadores já que todos os outros adversários diretos jogariam somente no sábado. Então não havia muito o que fazer a não ser confirmar o favoritismo e ganhar a partida para pelo menos dormir no G4 até que a rodada fosse completada no sábado, claro secando todos os adversários direto que brigavam pela classificação. E não é que toda essa matemática deu certo, o alvinegro fez os três pontos em casa e os adversários diretos (Icasa e Ceará) perderam suas partidas e entramos no G4 na última rodada do campeonato precisando fazer uma simples vitória diante do Bragantino em SP. 
O jogo contra o Asa não foi uma grande apresentação, logo aos 8 minutos Bombinha assustou para os visitantes carimbando a trave de Volpi. Como a sorte está para o lado alvinegro, Pablo aos 24 minutos de jogo abriu o placar com um golaço de fora da área, chutando de curva no ângulo esquerdo do goleiro. Em seguida Saci cobrou falta que explodiu no travessão adversário e o primeiro tempo ficou nisso. 
O segundo tempo não foi muito bom de assistir e o Asa tentou se aventurar mais na partida chegando perto da área alvinegra porém concluindo pouco a gol. O Figueirense parecia não querer fazer muita força para ampliar o placar e alguns jogadores estiveram muito abaixo das últimas apresentações, casos de Maylson, Saci e Rodrigo Souto. Mesmo assim quando a partida já se encaminhava para o final, Rafael Costa foi lançado na ponta esquerda, dominou a bola e cruzou na área para o baixinho Éverton Santos aparecer como uma flecha e cabecear a bola no contra-pé do goleiro, fechando o placar da partida.
Com os resultados favoráveis uma invasão alvinegra deve acontecer em Bragança Paulista no próximo final de semana. Depois de um ano sofrido e turbulento onde o torcedor desconfiado só abraçou o time após a vitória no clássico, a classificação e o acesso a série A do ano que vem cairia como uma luva para encerrar a má fase que vem acontecendo desde o ano passado no Scarpelli. Sim, todos nós acreditamos.

domingo, 17 de novembro de 2013

Oeste-SP x Figueirense - Escapando pelas mãos

Buscando manter viva a chance de acesso até a última rodada o Figueirense foi até o interior de São Paulo enfrentar a equipe do Oeste depois de embalar três vitórias seguidas na competição e ficar muito próximo do G4. A rodada que começou na sexta-feira não vinha sendo boa com os adversários a sua frente fazendo as vitórias então era obrigação do alvinegro trazer os três pontos para tentar chegar na última rodada dependendo apenas das suas próprias forças. 
O jogo já começou estranho porque houve falta de luz no estádio o que atrasou o início. Assim que a bola rolou o gramado dificultava o toque de bola e os erros de passes eram sucessivos. Depois de muito chute pra lá e pra cá por parte dos dois times, aos 26 minutos Wellington Saci foi cortar uma tentativa de bola alçada na área alvinegra mas cortou mau e deu de presente um passe nos pés de Marcos Paraná que de frente para o gol chutou forte abrindo o placar para o time da casa. O Figueira manteve a calma e trabalhando bem a bola chegou ao gol de empate com Maylson, que  recebeu cruzamento na área dominou e chutou no canto esquerdo do goleiro. O gol serviu pra dar um ânimo a mais ao alvinegro que buscou a virada ainda no primeiro tempo. Mesmo que com dificuldades e pouca inspiração, Éverton Santos recebeu na área e fez o pivô para Pablo que vindo de trás recebeu a bola e deu um bonito toque no canto marcando gol importante naquele momento. 
O segundo tempo começou confuso e com pouca qualidade técnica. O Oeste procurou correr atrás do prejuízo e soube explorar bem os buracos nas costas de Saci e chegou algumas vezes com perigo pelo lado direito do ataque mas a zaga alvinegra estava conseguindo dar conta do recado. O ataque recebeu poucas bolas e com Rafa Costa não muito inspirado as coisa ficavam ainda mais difíceis. Aos 15 minutos porém veio um lance crucial na partida e provavelmente no campeonato, um lance que deixa todos vendo a classificação e o sonho do acesso provavelmente escapando pelas mãos do próprio Figueirense. A bola foi cruzada na área pelo lado direito de ataque adversário (pra variar) e Tiago Volpi sem pressão nenhuma subiu para defender porém o goleiro alvinegro não conseguiu encaixar de primeira e ao rebater a bola o esperto atacante Marcos Paraná aproveitou o vacilo e empatou a partida. O gol foi um balde de água fria no time alvinegro que a partir daí ficou ainda mais perdido em campo. Mesmo diante de tamanhã dificuldade alguns jogadores ainda tentavam mostrar um pouco de lucidez mas parece que a noite não era mesmo alvinegra pois até Maylson que vinha sendo decisivo perdeu um gol incrível na pequena área. O técnico Vinícius Eutrópio tentou fazer algumas mudanças para ver se a equipe reagia e até Zé Roberto entrou mas já não havia tempo para mais nada, o jogo ficou mesmo empatado em 2 a 2. 
O empate foi terrível para o Figueira que faltando apenas duas rodadas para terminar a competição está a três pontos da classificação. Se antes já era difícil se classificar agora ficou quase impossível mas, enquanto haver chances o time tem que fazer as vitórias e torcer para uma derrota de pelo menos dois dos seus adversários diretos que são Sport, Icasa e Ceará. 

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Figueirense x ABC - Colado no G4

O Figueirense recebeu o ABC de Natal no Scarpelli buscando mais uma vitória para manter viva as chances de subir ao final do campeonato. Não jogou o melhor do seu futebol mas fez o suficiente para vencer com tranquilidade, garantir mais três pontos e ficar colado no G4.
O jogo começou e de cara o alvinegro já abriu o placar aos 6 minutos com Pablo que recebeu na entrada da área deu um toque na frente e de bico chutou rasteiro para marcar. O gol fez com que o ABC se soltasse mais em campo e começasse a buscar o ataque. O Figueira sentiu falta de Wellington Saci na lateral esquerda já que Luan improvisado pouco apoiava e na direita André Rocha naturalmente também quase não subia ao ataque então o jogo ficava muito concentrado pela saída no meio, o que dificultava a saída de bola alvinegra. Mesmo assim o time adversário mantinha um falso domínio já que chegava muito pouco ao gol alvinegro. Antes do final do primeiro tempo, aos 42 minutos, André Rocha cobrou falta na meia esquerda e Maylson até se abaixou para dentro da área desviar a bola e marcar o segundo gol alvinegro. 
O segundo tempo foi mais morno, o time de Natal tentou reagir mas o Figueira estava bem postado defensivamente e Tiago Volpi pouco trabalhou. Os jogadores passaram a administrar a partida e a explorar os contra-ataques para tentar ampliar o placar mas o jogo ficou mesmo com o placar feito no primeiro tempo. 
O Figueirense tem agora mais uma decisão em São Paulo contra o Oeste e somente a vitória mantém vivo o sonho do acesso.

domingo, 10 de novembro de 2013

Figueirense x Guaratinguetá - Chegando Forte

Depois da inesquecível vitória de 4 a 0 sobre o maior rival Avaí o Figueirense tinha diante do Guaratinguetá mais um obstáculo a vencer para continuar a manter viva a esperança de entrar no G4 e assim conseguir o acesso. E o jogo foi mais difícil e sofrível que qualquer um poderia esperar pois o time paulista mostrou marcação forte e velocidade ofensiva dando muita emoção a partida. Porém mais uma vez o alvinegro mostrou qualidade, criou jogadas e com mais uma vitória continua chegando forte e está cada vez mais perto do G4, agora somente a um pontinho. 
O jogo começou com os dois times procurando o ataque. Naturalmente quem mais precisava da vitória era o Figueira e foi quem buscou mais o gol no início mas o Guará não se preocupou somente em se defender e chegou também algumas vezes ao ataque explorando principalmente o lado esquerdo alvinegro nas costas de Wellington Saci. Aos 13 minutos Maylson buscou uma tabela na área com Éverton Santos mas a bola sobrou para Rafa Costa que ao tentar o giro foi seguro pelo zagueiro que fazia a marcação e o juiz marcou pênalti. Houve reclamação por parte dos adversários mas não adiantou nada, Rafael Costa foi para a cobrança e abriu o placar para o Figueirense. O gol fez a torcida vibrar ainda mais nas arquibancadas mas definitivamente o Guaratinguetá veio disposto a complicar a vida alvinegra e continuou a assustar em algumas jogadas ofensivas e numa dessas escapadas Rafinha empatou chutando de fora da área, a bola desviou em Thiego e enganou Volpi entrando no canto esquerdo do goleiro. Depois do empate o Figueira ainda criou duas boas jogadas no primeiro tempo com Éverton Santos e Arthur que não souberam aproveitar desperdiçando duas boas oportunidades de ir para o intervalo na frente do placar. 
O segundo tempo começou com o Figueirense sofrendo alguns sustos e tendo dificuldade de chegar ao gol adversário. Por duas vezes o Guará chegou forte ao ataque, na primeira o travessão salvou e na segunda o zagueiro Gutti tirou um gol certo se jogando numa bola na pequena área e interceptando para escanteio. Precisando de fôlego novo na frente o técnico Vinícius Eutrópio colocou Ricardinho no lugar de Éverton Santos. Nesse momento o estádio estava apreensivo já que o time adversário assustava nos contra-ataques e o Figueira já não mostrava a mesma força ofensiva do primeiro tempo. Mas aos 31 minutos Ricardinho recebeu na direita e cruzou no segundo pau onde estava Thiego que cabeceou com precisão no canto marcando o segundo gol alvinegro na partida. Nesse momento o Scarpelli explodiu de alívio e felicidade e a torcida já queria que o jogo acabasse naquele momento. Nos minutos restantes o Guará perdeu Júlio César que brigou com o próprio companheiro e foi expulso da partida. Já o Figueirense criou quatro oportunidades claras de gol com Ricardinho, Rafael Costa e Maylson mas não soube matar a partida e por pouco não viu o adversário empatar a partida em um lance de bola parada e melar toda a festa alvinegra. Foi sofrido mas a vitória e os três pontos vieram e agora o próximo desafio é na terça-feira as 19:30 hs diante do ABC-RN novamente no Scarpelli. Alô torcida alvinegra, compromisso e obrigação de lotar o estádio para empurrar o time para mais uma vitória e quem sabe já entrar no G4 nessa rodada. 

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Barca Alvinegra


Mesmo depois da vitória no clássico e de ainda manter chances de acesso para a série A do ano que vem, o Figueirense liberou alguns jogadores como já era de se esperar já que o elenco está inchado há muito tempo. Não chega a ser uma barca mas a canoa alvinegra tem os nomes de Peter, Renan Oliveira, Henrique Miranda, Hildo e Lucas Sotero. Alguns foram pouco aproveitados mas todos tiveram suas chances. Peter já jogou no Figueirense em 2008 e começou o ano como titular na lateral direita porém não agradou no início do estadual e depois ficou treinando em separado. Renan Oliveira foi contratado por se destacar no campeonato gaúcho pelo Lajeadense mas também não mostrou futebol com a camisa alvinegra. Henrique Miranda veio do São Paulo e já havia treinado com Adílson Batista, mesmo com a troca de treinador teve oportunidade com Vinícius Eutrópio mas não soube aproveitar e mostrou um futebol fraco e burocrático. Hildo pintou bem como volante, saiu de titular no clássico do Scarpelli mas tremeu e de tão ruim que estava foi substituído ainda no primeiro tempo e não apareceu mais na equipe. Lucas Sotero também teve algumas poucas oportunidades e não mostrou muita coisa então foi junto na canoa. Os jogadores foram liberados para negociarem com outros clubes ou a voltarem aos seus clubes de origem.  


segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Vídeo da vitória - Avaí 0 x 4 Figueirense

http://www.youtube.com/v/AI2z73opjGg?autohide=1&version=3&attribution_tag=ct-JQblcD5KiCvc8gCPM2A&autoplay=1&feature=share&showinfo=1&autohide=1

Avaí x Figueirense - Quatro foi pouco

É um pássaro, é um avião....não é o furacão do Estreito. O clássico 404 disputado na ressacada foi cheio de surpresas e o placar elástico só não foi maior porque o Figueirense tirou o pé do acelerador, o juiz não deixou e as oportunidades foram sendo desperdiçadas. O primeiro tempo foi talvez o mais perfeito da história dos clássicos e deixou a torcida alvinegra nas nuvens antes mesmo do intervalo do jogo. Para surpresa da maioria o técnico Vinícius Eutrópio entrou em campo com três atacantes e um meio campo formado por Rivaldo, Paulo Roberto e Maylson. A escalação foi ousada mas deu certo desde o início, o Figueira soube pressionar a saída de bola adversária e os volantes acertaram a marcação em cima de Marquinhos e Cléber Santana e restou ao Avaí tentar jogar pelas laterais o que não deu muito resultado. Já o alvinegro quando roubava a bola no meio tinha boas opções de velocidade pelas pontas e aos poucos os contra-ataques foram sendo explorados e o time foi dominando a partida. Aos 14 minutos a bola foi cruzada na área e Thiego cabeceou obrigando o goleiro Diego a se esticar para fazer a defesa espalmando para escanteio. Na cobrança, novamente Thiego soberano na área não desperdiçou e abriu o placar cabeceando no canto direito. A festa estava só começando. Aos 21 minutos Rafael Costa recebeu no meio da zaga azurra, cortou para a direita, trouxe para a esquerda e na entrada da área soltou o foguete para ampliar o placar para o Figueira. Logo depois, o zagueiro Alex Lima pisou em Rafa Costa sem a bola e foi expulso,  essa hora os torcedores avaianos já começaram a ficar apavorados não acreditando no que viam. O Figueirense não tinha nada haver com isso e aos 31 minutos Éverton Santos puxou o contra-ataque pela direita e rolou para Maylson que invadiu a área, driblou o zagueiro e na saída do goleiro deu um toque cruzado para ampliar o placar e aumentar a festa alvinegra nas arquibancadas. Em seguida veio o quarto gol com Rafa Costa que o juiz erroneamente anulou marcando impedimento. Mas não precisava nem reclamar, já nos acréscimos do primeiro tempo veio cobrança de falta perto da área e Maylson subiu livre e marcou o quarto gol alvinegro. Antes mesmo do fim do primeiro tempo a torcida avaiana já começava a ir embora para casa e os torcedores do Figueira presentes tomaram conta da Ressacada fazendo uma festa inesquecível.
O segundo tempo começou com o juiz buscando dar uma emoção a mais para a partida e marcou um pênalti de Rivaldo em uma disputa na bola aérea que não existiu. E como pênalti roubado não é marcado, Cléber Santana foi para a cobrança mas Volpi cresceu diante do adversário e fez a defesa não permitindo o gol de honra avaiano. A partir daí os 40 minutos finais foram de "olé" alvinegro, o Figueirense botou o Avaí na roda e só administrou o tempo e o placar. Ainda assim foram criadas oportunidades de ampliar o placar principalmente com Rafael Costa, mas os jogadores alvinegros não aproveitaram e a goleada ficou no placar do primeiro tempo mesmo. A festa foi grande e o melhor de tudo foi ver a avaianada perplexa vendo a comemoração alvinegra que terminou com os jogadores de cueca em campo.

domingo, 20 de outubro de 2013

Figueirense x Joinville - Contra si mesmo

Contra tudo e contra todos, esse era o chamamento da diretoria alvinegra pra o jogo contra o Joinville. Faltou complementar a frase com "contra si mesmo" porque mais uma vez a torcida compareceu, apoiou e dentro de campo o resultado foi decepcionante. Assim é o Figueirense durante esse ano, chega aos trancos e barrancos e sempre fica a esperança de que vai dar, mas na hora H fracassa. 
O jogo começou com o alvinegro pressionando mas bastou o JEC acertar um contra-ataque para o sistema defensivo mostrar sua fragilidade pelo lado esquerdo e Diogo Oliveira recebeu livre aos 8 minutos e aproveitou para ir na cara de Volpi e abrir o placar. Pronto era o golpe que o time adversário queria. A partir daí foi manter os 11 jogadores atrás do meio campo e ir espanando a bola do jeito que dava. No primeiro tempo o Figueira ainda foi melhor procurando manter a posse de bola para não dar mais uma oportunidade ao Joinville e tocando pra lá e pra cá chegou algumas vezes com perigo mas concluiu errado ou parou nas defesas do goleiro Ivan. 
Para o segundo tempo saíram Rodrigo e Pablo e entraram Tchô e Rafael Costa e o por incrível que pareça o time piorou. A marcação endureceu, os dois jogadores sumiram de campo e o time perdeu o meio campo. Restaram os laterais jogando bola na área em vão. Na única jogada criada com velocidade no meio, o lateral Willian recebeu na entrada da área e chutou cruzado mas o goleiro espalmou para escanteio. Mas quem teve as melhores oportunidades ainda foi o Joinville que chegou pelo menos três vezes com perigo e obrigou Volpi a fazer praticamente um milagre atrás do outro para o vexame não ser maior. 
Com a derrota a escrita de não ganhar confronto contra os times do estado foi mantida e o campeonato praticamente acabou para o Figueirense. Faltam 8 rodadas e o time precisaria somar aproximadamente 20 pontos ou seja, ganhar 7 das partidas finais então tá impossível de subir esse ano. Resta secar o maior rival que hoje encontra-se no G4.

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Figueirense x Paysandu - Eu não me canso de sofrer...

Como trilha sonora pra o jogo de ontem diante do Paysandu não tem música melhor como a cantada pela torcida no Scarpelli "Eu não me canso de sofrer, eu não me canso de cantar/meu amor pelo Figueira, nunca vai se acabar, NUNCA...". Confirmando a boa fase apesar de continuar oscilando e sofrendo, o Figueirense conseguiu dar mais um passo para se aproximar do G4 e se mantém vivo em busca de uma vaga para a série A do ano que vem, e como não se via a algum tempo, o time mostrou gana, raça e vontade de ganhar mesmo com as adversidades.
O time adversário começou melhor a partida marcando forte e saindo para o jogo com velocidade, e assim conseguiu logo aos 10 minutos abrir o placar com Pikachu, que aproveitou falha da zaga na linha de impedimento e livre só teve o trabalho de concluir na saída de Volpi. O jogo ficou ainda mais duro e faltava encaixar uma jogada para poder empatar a partida e aos 18 minutos, Paulo Roberto saiu da linha de defesa e aproveitou um espaço no meio para arrancar em direção a área adversária, tocou para Maylson na direita que cruzou rasteiro e Pablo completou de chapa colocando a bola no canto direito do goleiro igualando o placar. O primeiro tempo se manteve equilibrado com o Figueira tendo dificuldades em criar jogadas e aproximar os meias dos atacantes. O Paysandu diminuiu o ritmo mas se manteve forte na marcação e chegou a assustar em alguns chutes de fora da área.
O segundo tempo começou com o Figueirense dando as cartas e imprimindo mais velocidade para conseguir a virada. Aos 6 minutos uma falta foi marcada na meia direita perto da área e Wellington Saci cobrou no ângulo colocando o alvinegro na frente do placar. A partir daí deu para controlar mais a partida e explorar os contra-ataques aproveitando a velocidade dos meias e dos atacantes mas faltava o terceiro gol para selar a vitória. O ritmo da partida caiu um pouco e o treinador alvinegro fez algumas mudanças para dar mais gás ao time colocando Tchô no lugar de Rodriguinho e Ricardinho no lugar de Pablo. Porém aos 37 minutos o Paysandu cobrou um escanteio e no rebote na área Iarley em condição irregular empatou a partida. Diferente de outros tempos onde o time se entregava nessas condições dessa vez os jogadores alvinegros mostraram vergonha na cara e honraram a camisa do Figueirense. Faltando pouco tempo para acabar o jogo foram pra cima do Paysandu buscando o gol da vitória e pelo menos quatro cituações de gol foram criadas até que aos 46 minutos Saci cobrou escanteio e Maylson subiu mais alto que a defesa e cabeceou bonito no ângulo fazendo o gol da vitória. O estádio veio abaixo e a comemoração dentro e fora do campo foi emocionante. 
Com a vitória o Figueira chegou aos 45 pontos e fica a apenas quatro pontos do quarto colocado que é o Ceará. No próximo sábado, diante do Joinville em casa, teremos mais uma decisão em busca do acesso e fica o compromisso da torcida lotar o estádio para empurrar o time para mais uma vitória.

domingo, 13 de outubro de 2013

São Caetano x Figueirense - A luz no fim do túnel continua acesa

Ainda há vida para o torcedor alvinegro. Mesmo não passando confiança durante todo o ano de 2013, ainda há luz no fim do túnel e a esperança do acesso por incrível que pareça ainda está viva para os últimos 10 jogos do ano. Depois de um tropeço em casa e um desastre contra o Palmeiras no meio de semana, o Figueirense foi até o ABC Paulista enfrentar o São Caetano e mesmo num jogo confuso e com pouca qualidade conseguiu somar mais três pontos para não mesmo que longe, focar no G4. 
Logo aos 6 minutos de jogo a bola foi lançada na área para Pablo que trombou com o goleiro e zagueiro adversários e sem que ninguém tocasse na bola ela foi parar no fundo do gol, uma jogada toda atrapalhada mas o que importa era estar na frente do placar. O resto do primeiro tempo foi terrível com pouca qualidade e inspiração de ambas as equipes embora o time da casa tenha pressionado mais. 
Para o segundo tempo o Figueira voltou um pouco mais organizado e competitivo, disposto a não dar sopa para o azar e garantir a vitória. Depois de dominar no início finalmente conseguiu definir a partida aos 24 minutos em jogada de Maylson que invadiu a área e chutou forte na saída do goleiro para marcar o segundo gol alvinegro no jogo. A partir daí foi só administrar a vantagem e comemorar a vitória no apito final do juiz. Com mais três pontos o Figueirense chegou aos 42 pontos no campeonato e se manteve na décima colocação porém diminuiu a diferença para o G4 para 5 pontos. O próximo desafio é na próxima terça-feira as 21:50 hs no Scarpelli. 

domingo, 6 de outubro de 2013

Figueirense x Atlético-GO - Dificultando ainda mais

Depois de ressuscitar no campeonato emendando três vitórias seguidas contra o Paraná, Ceará e Boa Esporte o Figueirense dessa vez tinha a oportunidade de confirmar a boa fase dentro de casa diante do Atlético-GO e assim se aproximar ainda mais do G4. O jogo porém não foi tão fácil quanto parecia e diante de muitos erros mais uma vez a torcida alvinegra saiu frustrada do Scarpelli dessa vez com o empate em 1 a 1.
O primeiro tempo foi muito confuso pelo lado alvinegro. Com a ausência de Zé Roberto no meio o treinador Vinícius Eutrópio optou por uma formação com Paulo Roberto, Nem e Rodrigo e um ataque com Pablo, Jonatan e Éverton Santos. O esquema não deu certo já que o time adversário conseguiu alugar o meio campo e controlou a partida. O treinador demorou a ver que o time não estava bem, ou se viu, foi passivo e ficou só observando o Atlético abrir o placar aos 35 minutos com Anselmo que recebeu nas costas da zaga, driblou o goleiro e concluiu a gol. 
Para o segundo tempo o Figueirense voltou com o estreante Arthur no lugar de Jonatan e Rodrigo Souto no lugar de Nem e assim o time melhorou ganhando mais qualidade no meio e na frente. Porém, não deu pra entender porque Paulo Roberto ficou o tempo todo posicionado no meio da zaga como se fosse um terceiro zagueiro ao invés de sair para o jogo. Assim o Figueira pressionava mas tinha dificuldades de chegar ao gol adversário e somente quando Vinícius Eutrópio sacou o lateral Henrique Miranda e colocou Lucas Sotero que o time ganhou mais força pela lateral. E assim aos 35 minutos veio o empate após Lucas Sotero cruzar na área, Arthur escorar a bola para o meio e Éverton Santos completar para o gol na pequena área. Os minutos finais seriam de muita pressão e até de uma possível virada porém o goleiro Márcio mostrou sua experiência e "cozinhou" o tempo enquanto pode além de uma lesão no jogado Pituca do Atlético que paralisou o jogo por muito tempo e o árbitro acabou sendo conivente não dando os devidos descontos. O Figueira chegou aos 39 pontos e ficou ainda em décimo no campeonato, a seis pontos do G4. O time enfrenta agora o Palmeiras na próxima terça-feira fora de casa. 

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Figueirense x Ceará - Camisa na ponta da chuteira

O time não joga bem, apresenta algumas falhas constantes, não passa confiança em momentos importantes e alguns jogadores não agradam tecnicamente porém, no noite de ontem, o que não faltou foi raça e coração para garantir a segunda vitória consecutiva no campeonato. Diante do Ceará no Scarpelli os jogadores alvinegros colocaram a camisa na ponta da chuteira e como raramente se viu esse ano, receberam o apoio da torcida e com muita emoção conquistaram os três pontos de virada.
O jogo não teve muito brilhantismo técnico o que é até normal para um time que está sendo remontado. Então se não vai na técnica, vai na raça. O Figueira vacilou no primeiro tempo e tomou um gol após tabela do ataque cearense que Motta completou aos 26 minutos. A desvantagem desestruturou um pouco o time alvinegro que demorou a se encontrar em campo facilitando o trabalho do time adversário que passou a defender a vantagem no placar até o final da primeira etapa. 
O segundo tempo começou com o Figueirense pressionando mas buscando manter a posse de bola para não desperdiçar oportunidades. O Ceará fez uma linha defensiva forte o que dificultava a penetração do meio/ataque alvinegro e a bola rodava de um lado para o outro mas não entrava na área para que fosse concluído a gol. Só que em um lance de bola parada logo no início os zagueiros Douglas Marques e Potiguar trocaram "carinhos" na área e como o zagueiro cearense já tinha amarelo acabou sendo expulso. A partir daí a pressão aumentou e logo Vinícius Eutrópio colocou Maylson no lugar de Luan dando mais mobilidade ao time. Logo aos 11 minutos após escanteio, Maylson matou a bola no peito e sem deixar cair chutou forte para empatar a partida. O Figueira continuou pressionando, algumas oportunidades foram criadas mas o Ceará se defendeu bem. Já no final, aos 48 minutos do segundo tempo a zaga adversária deu uma rabada em bola e Zé Roberto esperto aproveitou, driblou o goleiro e marcou o gol da vitória fazendo o público presente explodir de alegria. 
Com a vitória o Figueirense chegou aos 35 pontos e mantém vivo um fio de esperança de subir esse ano. A distância para o G4 é de 6 pontos e pode aumentar com o complemento da rodada mas o importante é a recuperação do time no campeonato que ganhou mais confiança para enfrentar o Boa na próxima rodada fora de casa quando uma vitória será muito importante já que o time mineiro é adversário direto na briga pelo acesso.

sábado, 21 de setembro de 2013

Figueirense x Paraná - Reencontrando a Vitória

Depois de iniciar o segundo turno somente com derrotas finalmente o Figueirense reencontrou o caminho da vitória diante do Paraná no Orlando Scarpelli. O jogo como não poderia deixar de ser não foi bom tecnicamente mas foi equilibrado e na vontade e aproveitando melhor o que foi criado a vitória foi merecida. 
Com ambos os times apresentando muitos desfalques o jogo acabou ficando concentrado no meio campo com poucas jogadas sendo criadas de forma organizada e consequentemente poucas chances de gols apareceram. No primeiro tempo um chute logo no início de Marcelo Toscano e uma cabeçada de Douglas Marques foram o que o Figueira conseguiu produzir. Pelo lado adversário, a bola aérea foi o que mais levou perigo ao gol alvinegro. 
O segundo tempo iniciou da mesma maneira que terminou o primeiro, com muita vontade e pouca qualidade até que Vinícius Eutrópio colocou o atacante Pablo no lugar do estreante Jonatan. Aí aos 21 minutos após boa virada de Saci para Willian na direita, a bola foi cruzada na área e Pablo escorou bonito de cabeça e marcou o gol alvinegro da partida. O jogo ficou mais dramático com o Paraná se soltando mais e deixando espaços para o contra-ataque mas o time do Figueira não soube aproveitar os buracos para ampliar o placar. 
A vitória deu mais tranquilidade para o restante do campeonato e manteve viva a difícil tarefa de chegar ao G4 no final e também afastou ainda mais o time da zona de rebaixamento, algo que já estava começando a incomodar os torcedores. 
Agora o Figueirense recebe o Ceará novamente no Scarpelli na próxima terça-feira as 19:30.

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Chapecoense x Figueirense cancelado


O jogo que ocorreria amanhã as 19:30 entre Chapecoense e Figueirense no Estádio Índio Condá foi cancelado na noite de hoje. A delegação alvinegra viajou hoje porém não conseguiu desembarcar no aeroporto de Chapecó devido a forte neblina e a partida foi cancelada. Agora os clubes aguardam a marcação de uma nova data pela CBF. 

Soltem os foguetes, M.M.T. fora do Figueira

Na noite dessa segunda feira uma notícia à muito tempo aguardada pela torcida alvinegra foi divulgada no site oficial do clube. Soltem os foguetes pois Marcos Moura Teixeira, o foco principal dos principais problemas alvinegros está fora do Figueirense. Parece que o presidente resolveu começar a salvar sua pele e fez uma limpa em quase todos os vices do clube e sobrou até para seu filho Rodrigo Brillinger. O ano praticamente já foi pro saco, devemos cumprir tabela nessa série B pois só um milagre fará com que o time entre no G4 até o final do campeonato e por isso provavelmente vovô Wilfredo já esteja pensando e se planejando para 2014. M.M.T. se aproximou do Figueirense em 2010 como consultor e no ano seguinte foi contratado como Diretor de futebol. O acesso e a melhor campanha na série A deu moral a Marcos Moura embora, de todos os envolvidos nesse processo, ele talvez tenha sido o que menos participação teve porém foi suficiente para se tornar o braço direito do atual presidente. O Figueirense vive uma guerra política e os bastidores e resultados dentro de campo colocaram uma pressão muito grande no presidente pela demissão do atual vice presidente de futebol. Amanhã Rodrigo Pastana será apresentado como novo coordenador de futebol do clube e esperamos que faça um bom trabalho assim como fez com o Criciúma levando o time do sul do estado a série A no ano passado. Abaixo a nota divulgada no site do Figueira:

"Em adequação ao disposto no artigo 182 do novo Estatuto Social, o Presidente do Figueirense Futebol Clube resolveu na data de hoje destituir quase a totalidade dos cargos ocupados pelos vice-presidentes por ele nomeados, com exceção do primeiro e segundo vice-presidentes que foram eleitos estatutariamente e do vice-presidente Administrativo e Financeiro. 
Ainda em cumprimento ao disposto no novo Estatuto, informou o presidente que no decorrer da semana indicará os nomes que irão compor as recém-criadas Superintendências Administrativa e Esportiva do Clube. 
Informou o presidente que o objetivo é aproveitar o momento do novo estatuto para adequar a estrutura organizacional interna, adotando as novas disposições estatutárias para modernizar as atividades desenvolvidas pelo clube, em todos os setores."

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Figueirense x América-MG - Mais uma porrada

Aos poucos o torcedor alvinegro vai sendo nocauteado pelo seu próprio time. Diante do América-MG no Scarpelli os que estavam presentes passaram por mais uma humilhação e viram o Figueirense perder de virada a partida. 
O jogo foi sofrível de se ver com os dois times mostrando quase nenhuma criatividade e poucas jogadas que fizessem com que o torcedor sentisse a mínima vontade de apoiar. Pra piorar ainda mais a situação logo no primeiro minuto o meia Tchô sofreu lesão muscular e teve que deixar o gramado e adivinhem quem foi o substituto? Ele claro, Botti. O Figueira saiu na frente com Maílson de cabeça mas a "alegria" durou pouco e o América sem dificuldades, afinal bola na área alvinegra é meio gol, empatou e conseguiu a virada em dois lances de bola parada e cruzamento na área, com Alessandro e Victor Hugo. Depois disso quase nada de bom aconteceu, um lance aqui ou outro ali e só. O técnico alvinegro promoveu a estréia de Zé Roberto no segundo tempo mas depois de tanto tempo parado o jogador não mostrou muita coisa. 
O campeonato aos poucos está acabando e pelo que parece ao final desse mês estaremos cumprindo tabela ou brigando contra o rebaixamento.

domingo, 8 de setembro de 2013

América-RN x Figueirense - O que falar?

O que falar para uma torcida que mantém a esperança de que seu clube suba para a série A ao final desse campeonato mais o seu time não mostra força para sequer empatar diante de adversários que estão lutando contra rebaixamento como Paysandu, ABC, Asa e América-RN? 
O Figueirense mais uma vez engana seu torcedor e diante do fraquíssimo time de Natal novamente mostrou ser um time sem alma e voltou para Florianópolis com outra derrota fora de casa. Pior, com dois gols bisonhos do ex-alvinegro Júnior Negão, dorme com esse barulho. Não dá pra falar muito do jogo, as poucas chances criadas pararam ironicamente nas defesas do também ex- alvinegro Andrey. Aí a defensiva alvinegra (principalmente volantes e zagueiros) trataram de fazer seu papel bem feito e o time da casa não teve dificuldades para achar dois gols e vencer a partida. Agora nos resta vencer em casa o outro América da competição, o mineiro e tentar se recuperar no campeonato. A verdade é que essa classificação está indo pelos ralos e é só questão de tempo, então para o torcedor alvinegro provavelmente irá restar ver seu time cumprir tabela até o final e talvez com um pouco mais de emoção secar o maior rival que também parece não ter força pra chegar (tomara que não tenha mesmo, porque a Chapecoense já está em contagem regressiva). E aí pergunto: estava errada a Gaviões no último jogo cobrando time e diretoria??? 

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Figueirense x Bragantino - Fechando o turno

Para finalizar o primeiro turno o Figueirense recebeu o Bragantino no Scarpelli e depois de terminar o primeiro tempo com a vantagem de dois gols no placar sofreu um no segundo tempo e passou um sufoco desnecessário no final mas conseguiu segurar a vitória. A partida também ficou marcada pelo protesto da Gaviões nas arquibancadas.
O primeiro tempo começou com um forte vento sul e com o Figueira aproveitando o fator para pressionar o Bragantino que jogando contra o vento tinha dificuldades em armar as jogadas. Assim, logo aos 11 minutos Ricardinho recebeu livre na área, driblou o zagueiro e de pé esquerdo chutou no canto para abrir o placar. O alvinegro continuava a pressionar o adversário e o segundo gol era questão de tempo e aos 25 minutos, Tchô fez jogada na ponta esquerda e foi derrubado na área. Rafael Costa cobrou forte e rasteiro e abriu ampliou o placar. Ainda no primeiro tempo os dois times assustaram os goleiros chutando cada um uma bola no travessão. 
O segundo tempo começou com o Bragantino não mostrando muita força para reagir e o Figueirense preocupado em segurar o resultado e fazer o tempo passar porém, dessa vez o vento estava a favor do time adversário. Mesmo assim a primeira grande chance foi alvinegra com Rafa Costa que recebeu livre na cara do goleiro mais escorregou antes de concluir a gol. Aos 27 minutos no único ataque adversário do segundo tempo Dudu acertou um bonito chute no ângulo esquerdo de Volpi e diminuiu o placar. Nos minutos finais o Bragantino tentou o abafa mas o Figueira se defendeu bem e segurou a vitória. Com o resultado o alvinegro terminou o primeiro turno na oitava posição com 29 pontos, apenas 2 pontos do G4. 
No final do primeiro tempo, intervalo e parte do segundo tempo a Gaviões Alvinegros protestou no Scarpelli. Os principais alvos como não poderia deixar de ser foi a diretoria (especialmente M.M. Teixeira) e jogadores baladeiros. O protesto da forma que foi feito é válido e deveria ter total apoio embora nas arquibancadas boa parte da torcida tenha sido contra. O torcedor é passional, com 2 a 0 no placar parece ter esquecido dois últimos acontecimentos e se tivesse o jogo ainda no 0 a 0 provavelmente muitos teriam apoiado os gritos de protestos. O engraçado é ver muito corneteiro de carteirinha, que todo jogo reclama de tudo e todos querer julgar a atitude da Gaviões. No final, todos nós somos torcedores e temos o direito de querer o melhor para o Figueirense. 

domingo, 1 de setembro de 2013

Grupo rachado?

Depois de rondar e estar no G4 durante quase todo o campeonato, o Figueirense chega na última rodada do primeiro turno na décima posição despencando na tabela nas últimas rodadas. O projeto 2013 vai indo por água abaixo e parece que o naufrágio pode ser ainda pior porque muita coisa vai acontecendo extra-campo. O time desse ano passou longe de encantar no futebol, porém não se pode negar, dentro das limitações era um time regular. Perdia aqui, ganhava ali e mesmo sem mostrar muita qualidade estava sempre no grupo de cima. Então o que estaria acontecendo nos bastidores que pudesse explicar essa queda na tabela? O grupo de jogadores montado para esse ano tem quase nenhuma identificação com o clube e aí está um grande problema. Sem referência e compromisso algum com o clube as vaidades individuais começam a interferir no relacionamento interno. Adílson Batista não soube administrar isso e diante da sua "cegueira" acabou pagando o pato. Cada jogo um time era escalado e sem perceber o treinador foi sendo fritado pelos jogadores que não entendiam ser titular num jogo e reserva em outro. Muitas vezes nem no banco apareciam após jogarem a partida anterior.  Após a derrota para o ABC que posteriormente culminou com a saída do treinador, Maylson ainda em campo deu entrevista dizendo que os jogadores deveriam assumir a responsabilidade e que o treinador não poderia levar a culpa pelos resultados. Agora fica mais claro agora o significado da entrevista, há um grupo de jogadores dentro do Scapelli que não está nem aí para o projeto do clube. Estaria o grupo rachado? Ainda fica difícil responder, mas há uma turma que não vê a hora de acabar o ano e ir para outro clube e há uma outra turma que vê no Figueirense uma oportunidade de aparecer para o mercado e esses "vestem a camisa" mais que os outros. O atacante Ricardinho é um dos insatisfeitos. Com a dupla Bueno/Rafa Costa marcando gols em quase todos os jogos, o atacante perdeu espaço na equipe e apareceu em algumas partidas jogando o segundo tempo ou parte dele. Na estréia do técnico Vinícius Eutrópio contra o Oeste, Ricardinho claramente forçou o terceiro cartão no segundo tempo para não viajar para Alagoas e enfrentar o Asa na terça-feira. Deixou o grupo e treinador na mão. Ricardinho sabe que ao final do ano deverá voltar ao Atlético-PR independente do sucesso ou fracasso no Figueirense e inclusive já há uma sondagem para ano que vem ir para o futebol do Japão. A zica é tanta que Ricardo Bueno estourou o joelho e não joga mais esse ano, mas para azar do atacante o Figueira contratou Zé Roberto que deve ser o companheiro de Rafa Costa no ataque. Outro jogador insatisfeito com o banco de reservas é Thiago Volpi. O goleiro esteve perto de deixar o Figueira já que não tinha muitas oportunidades porém com a saída de Wilson passou a aparecer mais no banco de reservas e como Ricardo não vingou, a vaga de titular no gol alvinegro caiu no seu colo mesmo com a chegada de Neneca. Diante da necessidade, Volpi foi se firmando como titular e caindo nas graças da torcida porém uma contusão lombar o tirou do time antes do clássico contra o Avaí. O jogador se recuperou porém fica no banco vendo Neneca fazer uma partida pior que a outra com a camisa 1 do Figueirense. 
Desde que o clube passou a figurar novamente no cenário nacional esse é pior time de todos. Mesmo em anos que tínhamos um grupo de jogadores limitados, dentro de campo havia um compromisso com o clube e torcida e dentro do vestiário sempre estivemos representados com algumas lideranças. Esses jogadores cobravam comprometimento de outros, os mais desleixados aos poucos iam sendo excluídos e assim o grupo quase sempre foi forte. Com a queda do ano passado e a limpa feita pelos atuais "gestores" alvinegros, passamos a ter um time frio e sem liderança e com a saída de Adílson Batista, talvez o único que tinha alguma identificação e compromisso com o clube, as coisas tendem a ficar ainda piores. Ainda há tempo de reverter a situação, porém o futuro não é nada promissor e pelo andar da carruagem, iremos cumprir tabela até o final do campeonato para não correr risco de rebaixamento e ainda ver nossos rivais regionais brigando pelo acesso e com muitas chances de consegui-lo. 

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Asa x Figueirense - Regularidade

Após a vitória em casa diante do Oeste na estréia do técnico Vinícius Eutrópio o Figueirense foi até Alagoas para enfrentar o Asa de Arapiraca. E mais uma vez mostrou ser um time regular no campeonato, com a zaga mostrando sua fragilidade quando pressionada, falha nas bolas paradas e aéreas, criatividade quase zero no meio campo, não consegue se impor diante de um time que luta contra o rebaixamento e não demonstra qualidade para dar esperança quando está com o placar adverso na partida.
Falar do jogo é chover no molhado e os problemas são sempre os mesmos. Novamente Neneca falhou em dois gols de cobrança de falta chegando atrasado na bola, o time reagiu com Maylson no final do segundo tempo em jogada ensaiada de falta mas logo depois tomou o gol de cabeça em cobrança de escanteio que fechou o caixão da partida. Tá difícil de ver esse time jogar, a cada jogo a falta de qualidade fica mais evidente e o Figueira vai despencando na tabela. Já fazem mais de uma semana que Adílson Batista foi demitido e nenhuma nova contratação foi anunciada, parece que o único problema do time era o técnico. 
Agora Vinícius Eutrópio tem uma semana para ajustar o time para a partida contra o Bragantino no Scarpelli, na próxima terça-feira.

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Final de semana de horror alvinegro

Final de semana para o torcedor alvinegro esquecer. Derrota de virada para o lanterna da competição, o ABC de Natal no sábado, num jogo que foi um show de horror. Depois de com muita sorte estar a frente do placar o Figueirense mostrou toda sua fragilidade e falta de comprometimento com o resultado permitindo que o adversário virasse o jogo mesmo estando com um jogador a menos. O resultado negativo tornou inevitável a demissão do treinador Adílson Batista.


Adílson Batista voltou ao Figueirense no final de 2012 para iniciar o projeto de 2013. Foi a grande aposta do presidente alvinegro para esse ano e participou ativamente da montagem do grupo para essa temporada, assim como tenho certeza, não fez esforço junto a diretoria para manter Túlio, Wilson e Fernandes no grupo. Vinha fazendo um trabalho razoável levando-se em consideração o nível técnico do elenco e os problemas de lesões porém, a falta de confiança no grupo e as constantes mudanças na equipe vinham tirando a credibilidade de Adílson. Com um grupo de jogadores inseguros, o treinador foi cavando sua ruína na própria falta de convicção, com escalações confusas e apostando em jogadores que já mostraram não dar retorno em campo.
Para seu lugar a diretoria agiu rápido e anunciou hoje Vinícius Eutrópio. Quem?? Isso mesmo, Vinícius Eutrópio.


Para quem não lembra, ele foi jogador do Figueirense na década de 90, entre os anos de 96 e 98 e atuava no meio campo. Tinha boa técnica e deixou boa impressão na torcida alvinegra, porém, formou um time que não marcou muito no Scarpelli. Depois disso passou por alguns times e logo depois encerrou a carreira. Manteve-se no futebol trabalhando como auxiliar técnico, após isso também foi coordenador técnico e atualmente vem mantendo a carreira de treinador. Não tem nenhum trabalho marcante embora tenha passado por alguns bons clubes, então é uma aposta que pode ou não dar certo. Mas está longe de ser o nome que a torcida desperava.
Aliás, hoje tem reunião do Conselho Deliberativo no Scarpelli e muita coisa deve ser discutida. O intocável Marcos Moura Teixeira tem feito uma merda atrás de outra e ninguém sabe porque ainda continua no comando do futebol alvinegro. Tem muita coisa errada dentro do Figueira, uma podridão só que vem enterrando o clube nos últimos anos. Aí não tem como reclamar com o abandono da torcida ao clube.

domingo, 11 de agosto de 2013

Figueirense x Avaí - PQP Vergonha

Que coisa ridícula foi o clássico desse sábado no Orlando Scarpelli, sem comentários. Além de mais uma vez o time se mostrar frio no jogo mais importante para a torcida, ainda vê a humilhação de perder o jogo tomando um baile com gols de Marquinhos e Cléber Santana. Qualquer imbecil saberia que a principal arma adversária seria esses dois jogadores e o técnico alvinegro com suas invenções baratas não foi capaz de neutralizá-las. Adílson tem tirado leite de pedra um bom tempo do grupo, mas nas situações mais simples ele tem errado feio. O futebol as vezes é tão simples que o óbvio está na cara de qualquer um, mas o treinador parece querer enxergar as coisas sempre pelo prisma mais difícil e aí acaba se complicando nos momentos que parecem mais fáceis. Além disso, mesmo ainda estando em uma boa posição no campeonato, o Figueirense demonstra fraqueza nas partidas mais duras, como foi nesse clássico e também contra Palmeiras, Joinville e Chapecoense. Partidas na qual o time sentiu a pressão e mostra que o grupo carece de líderes e jogadores experientes e identificados com o clube. Nesses momentos são eles que irão segurar a peteca. Pois fizeram uma limpa no grupo, deram as costas para os ídolos do time e agora estão pagando o preço. Na hora H, pipocam. Sábado foi um vergonha! Depois não dá pra reclamar do vazio na arquibancada. O clube chegou numa situação quase igual as décadas de 80/90 com jogadores tecnicamente sofríveis. Naquela época ainda era compreensível pois a estrutura do clube não era tão profissional, ao contrário de hoje onde o Figueirense é uma referência no estado. Então não é admissível um time com a história que criou nos último anos estar passando por isso agora, com um time tão sofrível. Exceção a um ou outro jogador, esse é o pior Figueirense da última década. Se o ano de 2012 era pra ser esquecido, esse então não era nem pra estar sendo vivido....que um milagre ainda aconteça nessa série B.

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Figueirense x Icasa - Cabeça no Clássico

Semana de clássico é impossível não pensar no jogo. Assim o Figueirense recebeu o Icasa no Scarpelli mas com a cabeça no jogo de sábado contra o maior rival. Assim o primeiro tempo não foi bom, time desconcentrado e até certo ponto acomodado já que o primeiro gol veio logo nos primeiros minutos com Rafa Costa de pênalti. O resto da etapa inicial foi chata, sonolenta e quem teve as melhores chances foi o Icasa que bisonhamente perdeu na frente de Tiago Volpi.
Para o segundo tempo Neneca entrou no lugar de Volpi que sentiu a lombar. E o time continuou na mesma, não se encontrando em campo mostrando claramente falta de concentração na partida. Aí o Icasa teve um jogador expulso e Ricardo Bueno resolveu então decidir a partida marcando dois bonitos gols para fechar o placar e fazer um bom resultado pré-clássico. Agora sim o pensamento fica voltado 100% para o jogo contra o Avaí no próximo sábado novamente no Scapelli. Hora de lotar o estádio e empurrar o time pra vitória a qualquer custo e assim voltar ao G4.

domingo, 4 de agosto de 2013

Joinville x Figueirense - Terminou 9 contra 12

Tentando se recuperar do tropeço fora de casa para o Paysandu o Figueirense foi até Joinville para um jogo chamado de clássico regional na série B. Primeiro tempo ruim, segundo tempo mais objetivo e aí a arbitragem resolveu jogar contra dando nas canelas alvinegras e o Figueira sofreu a segunda derrota consecutiva e também a segunda derrota em confronto regionais. E espero que esse retrospecto negativo contra os times do estado caia no próximo sábado diante do Avaí no Scarpelli, mais um papelão em casa para os azulinos ninguém atura.
O primeiro tempo na Arena Joinville foi horroroso e ruim de assistir. Os dois times não criaram praticamente nada e um chute aqui ou outro ali e os dois goleiros quase não trabalharam.
Já o segundo tempo começou mais quente, Ricardinho entrou no ataque e fez boas jogadas no início inclusive perdendo um gol na cara do goleiro Oliveira. Porém numa falha defensiva alvinegra, Lima tocou para Edigar Junio que entrou na área e na saída de Volpi abriu o placar para os donos da casa. A reação veio apenas 1 minuto depois, quando Tchô aproveitou rebote do goleiro na área e chutou forte para empatar a partida. Porém, 2 minutos após o Figueira conseguir a igualdade no placar, o árbitro Ronam Marques da Rosa inventou um pênalti ridículo para o Joinville que aproveitou e passou na frente do placar novamente. Ainda para agravar a situação, no lance Ricardinho foi expulso por ter feito gesto de roubo em relação ao juiz. Com um a menos e a desvantagem no placar as coisas ficaram mais difíceis ainda. O JEC em mais uma jogada pela direita aproveitou o lance e Lima ampliou o placar. No final da partida o Joinville teve mais um pênalti a seu favor, o zagueiro Bruno Pires foi expulso por reclamação mas pelo menos na cobrança Volpi adivinhou o canto e fez a defesa evitando um prejuízo ainda maior. A derrota tirou o Figueirense do G4 que agora conta com Palmeiras, Chapecoense, Paraná e Joinville. 

terça-feira, 30 de julho de 2013

Paysandu x Figueirense - Derrota na conta do Adílson

Após uma sequência de bons resultados na série B que mantiveram o time no G4 o Figueirense foi até Belém do Pará enfrentar o Paysandu, o lanterna do campeonato. Como sempre surpreendendo na escalação, Adílson Batista deixou Ricardinho e o artilheiro Rafa Costa no banco dando preferência para Toscano no ataque. No meio, Tchô ganhou a vaga no time titular. Resultado: Péssima atuação, time confuso e derrota de virada.
O jogo começou com o Figueirense tocando melhor a bola apesar do péssimo gramado do estádio Presidente Vargas, o famoso PV da Curuzu. O time da casa vinha sendo pressionado pela própria torcida devido a situação na tabela e ficou claro que além de ruim o time vinha sentindo toda essa pressão. E aproveitando-se disso o alvinegro abriu o placar aos 28 minutos com Tchô. A bola foi cruzada na área, a zaga bisonhamente furou e o meia só teve o trabalho de dominar e concluir a gol na pequena área. A partir daí o jogo ficou "na mão" do Figueira e com o fraco adversário a vitória parecia estar sendo encaminhada apesar do time não mostrar quase nada dentro de campo. A inoperância na partida mesmo com a vantagem no placar foi castigada aos 39 minutos quando o lateral Yago Pikachu foi derrubado na área por Wellington Saci. Na cobrança, o velho Marcelo Nicácio igualou o placar.
O time foi para o intervalo e nenhuma modificação foi feita voltando da mesma forma para a etapa final. E logo aos 8 minutos o lateral Genílson cruzou na área e novamente Nicácio subiu livre para colocar o Paysandu na frente do placar. Era tudo que o adversário queria, a vantagem no placar para se fechar e garantir a vitória. Com o prejuízo Adílson colocou Rafa Costa em campo e mais tarde Ricardinho também entrou mas aí já era tarde, pouca coisa foi criada, um lance ou outro sem organização e na base do desespero e os três pontos foram jogados fora.

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Figueirense x São Caetano - Importante Vitória

Depois de alguns resultados difíceis nos últimos dois jogos em casa (derrota para Palmeiras e eliminação para o Botafogo) o Figueirense concluiu a semana de jogos no Scapelli recebendo o São Caetano e retornando ao G4 com uma bela vitória por 3 a 1 apesar de alguns sustos no jogo. Independente do ocorrido, o importante mesmo era voltar a vencer para somar os três pontos, espantar a secação e seguir firme no grupo que acessa a elite ano que vem.
O jogo não começou bem para o Figueira. O time adversário marcava bem e dificultava as ações alvinegras que demorou a se encontrar em campo. Somente aos 15 minutos a primeira finalização a gol, com Nem chutando de fora da área. A torcida já ficava impaciente com a falta de produtividade do time até que as 33 minutos Maylson deu assistência para Rafa Costa que foi mais rápido que a defesa e marcou um belo gol concluindo por cobertura e fazendo com que o time fosse para o intervalo com a vantagem no placar.
A etapa final caminhava tranquilamente, o São Caetano teve o zagueiro Luís Eduardo expulso logo de cara e facilitou ainda mais o trabalho alvinegro. Porém, Tiago Volpi tratou de dar mais emoção ao jogo aos 9 minutos quando falhou feio em um chute de longe de Danilo Bueno e permitiu a igualdade no placar. O lance deu uma certa apreensão nas arquibancadas embora houvesse tempo suficiente para reverter o prejuízo. Aos 29 minutos as coisas se acalmaram. Tchô bateu escanteio, a zaga rebateu mau e Thiego matou a bola no peito e mandou um foguete indefensável para colocar o Figueira na frente do placar novamente. Ainda assim o São Caetano perdeu uma grande oportunidade num cochilo da defesa alvinegra e quase empatou o placar porém no último lance do jogo, Tchô tabelou com Ricardo Bueno e ao entrar na área chutou forte de esquerda e contando com a ajuda do goleiro fechou o placar para o Figueirense.

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Figueirense x Botafogo - Adeus Copa do Brasil

O Figueirense enfrentou o Botafogo pela partida de volta da terceira fase da Copa do Brasil no Scarpelli. Como perdeu o jogo de ida por 1 a 0, precisava fazer dois gols para passar direto de fase ou caso tomasse um precisaria fazer mais três. O mesmo placar o jogo iria para os pênaltis e foi justamente isso que aconteceu. O Figueira ganhou do adversário no tempo normal com um gol de Ricardo Bueno aos 8 minutos da etapa inicial, pressionou e foi pressionado mas o jogo foi decidido na loteria mesmo.
Nas cobranças, mesmo o Botafogo tendo desperdiçado duas batidas, Ricardo Bueno, Nem e André Rocha se amedrontaram perante ao goleiro Jefferson e desperdiçaram suas cobranças causando a eliminação alvinegra da Copa. Agora o negócio é se concentrar para o jogo diante do São Caetano no Scapelli no próximo sábado e no acesso para a série A do ano que vem.

domingo, 21 de julho de 2013

Figueirense x Palmeiras - Palmeiras, Arbitragem, Detalhes...

Buscando se manter no G4 de acesso o Figueirense recebeu o Palmeiras no Scapelli para mais uma rodada da série B do campeonato brasileiro. Jogo importante contra um adversário direto e que também serviria para consolidar o bom momento alvinegro no campeonato. Porém uma partida de futebol não envolve só os acontecimentos dentro das 4 linhas, há uma série de fatores extracampo que muitas vezes influenciam o que ocorre dentro de campo. É mais do que óbvio que muitos consideram o Palmeiras dono de uma das quatro vagas que acessam a série A do ano que vem, então para que isso não corra o risco de não acontecer, uma "ajudinha" vai bem né. E diante disso o além de enfrentar uma das melhores equipes da competição, o Figueirense sofreu com a arbitragem e somado a isso tudo sucumbiu nos seus próprios erros.
Como sempre Adílson Batista mexeu no time e em relação a equipe que jogou a última partida e venceu fora de casa o Atlético-GO, Maylson entrou no lugar de Tinga e Ricardinho voltou ao time após cumprir suspensão automática ficando a equipe com três atacantes. 
O jogo começou equilibrado porém o Palmeiras dominava mais o meio campo já que o Figueira tinha teoricamente um jogador a menos nesse setor. As primeiras oportunidades de gol foram do time adversário e aos 17 minutos Thiego facilitou o trabalho do juiz que marcou pênalti após o zagueiro dividir uma bola na área com Valdívia. Para sorte alvinegra, na cobrança Leandro isolou a bola na arquibancada. O lance levantou a torcida na arquibancada e dentro de campo animou os jogadores. O time cresceu em campo e criar jogadas ofensivas que traziam perigo ao gol adversário e numa dessas jogadas, Saci roubou a bola no meio, avançou em direção a área e tocou para Ricardo Bueno; o atacante trouxe para o meio e rolou para Rafael Costa que na entrada da área limpou o zagueiro e chutou forte e rasteiro no canto direito do goleiro para abrir o placar. O Scarpelli nesse momento incendiou e outras oportunidades foram desperdiçadas até o final do primeiro tempo. 
No intervalo o técnico palmeirense mexeu no time e também voltou com três atacantes para o segundo tempo. O Palmeiras voltou melhor e pressionou o Figueirense logo no início. Além disso, a arbitragem fazia o seu papel invertendo faltas, marcando faltas próxima da área alvinegra e amarelando parte do time. Contando com isso, o Palmeiras ainda soube explorar o principal problema do Figueira que é a bola aérea. Aos 11 minutos, após cobrança de escanteio, Vinínius aproveitou o rebote livre na meia lua da área e empatou a partida. O jogo ficou aberto, porém o Palmeiras tinha Valdívia que provocava os jogadores alvinegros e chamava a falta para ele. Num desses lances, André Rocha em uma disputa com o camisa 10 palmeirense fez besteira e foi expulso da partida. Para aumentar ainda mais o prejuízo, na cobrança da falta a bola foi erguida na área e André Luiz subiu livre para virar a partida para o Palmeiras. Mesmo com todo essa adversidade, os jogadores colocaram o coração na ponta da chuteira e mesmo com um jogador a menos conseguiram chegar ao gol de empate aos 30 minutos da etapa final. Após cobrança de escanteio houve um bate-rebate na área e Ricardo Bueno aproveitou a oportunidade e colocou a bola no fundo das redes. Depois do empate, mesmo inferiorizado numericamente o Figueira correu atrás do gol da vitória porém aos 42 minutos veio o castigo. Ronny cruzou novamente na área, Alan Kardec ganhou de dois zagueiros na cabeça, a bola bateu na trave e voltou para Valdívia livre marcar o gol da vitória palmeirense. Aí não teve tempo para mais nada e o Figueirense amargou uma derrota dura dentro de casa apesar de mostrar algumas qualidades. O resultado tirou o time do G4 que agora terá que correr atrás do prejuízo contra o São Caetano novamente no Scarpelli. 

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Atlético-GO x Figueirense - Vitória para dar moral

Após a boa vitória em casa diante do Boa-MG,  o Figueirense foi até Goiânia enfrentar o Atlético buscando pelo menos se manter no G4 de cima da tabela. Com alguns desfalques o técnico Adílson Batista surpreendeu escalando Tinga no meio campo, jogador que não tinha entrado na partida anterior.
O Figueira começou a partida bem postado em campo, controlando a posse de bola e dominando a partida. Algumas chances foram criadas principalmente com os laterais Wellington Saci e André Rocha. O lateral direito alvinegro inclusive chegou a colocar uma bola no travessão adversário. Porém quem abriu o placar foram os donos da casa. Em um descuido da defesa alvinegra o lateral foi na linha de fundo pela esquerda e cruzou para João Paulo livre no meio da zaga completar para o gol. Mas não deu muito para o "dragão" comemorar pois logo em seguida Tinga achou Ricardo Bueno dentro da área e na saída do goleiro o atacante deu um lindo toque por cima para empatar a partida.
O segundo tempo começou com o Atlético dando uma pressão no Figueira. Tiago Volpi fez uma bela defesa em chute cruzado de João Paulo e sentindo que o time estava sendo pressionado Adílson Batista colocou em campo o meia Botti. O time equilibrou mais o jogo voltando a tocar a bola como no primeiro tempo. Aos 37 minutos, Brener foi na lateral direita e cruzou na área, o goleiro Marcio falhou e Botti esperto aproveitou o rebote e fez a virada alvinegra no placar. O gol desestabilizou o Atlético e o Figueirense aproveitou a situação e logo depois Jean Carlos que entrou no segundo tempo passou no meio de dois zagueiros e tocou para Ricardo Bueno livre na pequena área tocar para o gol já sem goleiro e marcar seu segundo gol na partida praticamente decidir o jogo. Já nos acréscimos o Atlético ainda diminiu o placar com um gol de pênalti mas já não havia tempo para mais nada e o Figueira conseguiu uma excelente vitória fora de casa para dar moral para a próxima partida que é contra o Palmeiras no Scarpelli.

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Figueirense x Boa - Boa reestréia

Depois da parada de mais de 30 dias para a Copa das Confederações o torcedor alvinegro pode finalmente ver o alvinegro em campo no Scarpelli no retorno da Série B contra o Boa, time sem grandes projeções nesse campeonato mas que irá encomodar muitos pretendentes ao acesso. E o primeiro tempo foi difícil e de muita paciência já que o time adversário veio fechadinho claramente jogando para não perder e por uma bola fatal em algum contra-ataque. Pelo lado alvinegro os problemas começaram cedo. Com poucos minutos de jogo o volante Luan sentiu um estiramento e foi substituído por Ronaldo Tres. Minutos depois o próprio Ronaldo Tres se machucou e foi substituído por André Rocha. Assim a etapa inicial foi ruim de assistir pois o alvinegro demorou a se encontrar em campo enquanto que o Boa somente se defendia. Ainda assim algumas oportunidades foram criadas e na principal delas Rafael Costa perdeu na pequena área a chance de abrir o placar após desviar para fora cruzamento de Ricardinho.
No segundo tempo a sorte mudou de lado e dessa vez o Figueira soube melhor aproveitar as oportunidades. Logo aos 4 minutos Tchô recebeu na entrada da área e chutou forte mas a bola passou raspando o ângulo esquerdo do gol. Na sequência Ricardinho de fora da área quase marcou. Aí aos 12 minutos, Ricardinho fez jogada na lateral e cruzou na área; a zaga afastou mal e Rafael Costa chegou chutando forte de primeira para abrir o placar. A partir daí o jogo ficou mais fácil e as chances foram aumentando. Adílson Batista queimou sua última substituição promovendo a estréia de Ricardo Bueno no time no lugar de Rafa Costa. E o estreante mostrou que tem estrela. A zaga recuou a bola para o goleiro mas o passe foi curto, Ricardo Bueno saiu correndo em direção a jogada e quando o goleiro foi dar o chutão pra frente a bola explodiu no atacante e foi em direção ao gol aí o estreante da noite só teve o trabalho de dar um toque para ampliar o placar. Aos 37 minutos novamente Ricardo Bueno tabelou com Rodriguinho e na entrada da área chutou forte no canto para definir o placar.
A vitória colocou o Figueirense novamente no G4 e agora o próximo desafio é fora de casa contra o Atlético-GO na sexta-feira.

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Botafogo x Figueirense - Poderia ter sido bemmm melhor

O Figueirense foi até Volta Redonda no Rio de Janeiro enfrentar o Botafogo na partida de ida da terceira fase da Copa do Brasil. Voltou com uma derrota magra por 1 a 0 mas o resultado da partida poderia ter sido bem melhor. E isso não quer dizer que poderia ser um empate ou uma vitória, até poderia, mas uma derrota com gols seria o melhor placar já que o gol fora de casa tem peso maior.
O jogo de certa forma foi equilibrado, com o Botafogo comandando mais no início mas com o Figueira dominando e pressionando muito no segundo tempo.
A primeira grande chance da partida foi do time da casa com Lodero que recebeu bom lançamento no meio da zaga mas na saída do goleiro Tiago Volpi chutou para fora próximo da trave. O Figueira nao se arriscava muito no começo e o Botafogo aproveitou para pressionar. Vitinho recebeu na entrada da área pela direita, cortou para o meio e chutou bonito no ângulo mas Volpi se esticou todo e conseguiu dar um leve toque na bola que desviada ainda bateu na trave. Aos poucos o time foi se acertando em campo e chegando mais ao gol adversário, Saci de fora da área mandou uma bomba e Jefferson fez boa defesa. Aos 28 minutos, após cobrança rápida de escanteio, a zaga cochilou e Rafael Marques subiu sozinho para abrir o placar. O Figueirense tentou o empate ainda no primeiro tempo mas parou na incapacidade de finalizar direito e com erros bobos não aproveitou as oportunidades. Ainda no final, Seedorf recebeu livre dentro da área na saída de Volpi encobriu o goleiro mas por sorte a bola bateu no travessao e saiu.
O segundo tempo começou com o Figueira bem postado em campo e tentando se arrisca mais no ataque. O Botafogo também ia em busca do segundo gol mas sabia que se tomasse um o prejuízo era grande então não se largava totalmente para frente. Maylson se machucou sozinho em lance no meio campo e deu lugar para Tchô. O time ficou mais solto e começou a chegar mais no ataque principalmente com Pablo que havia entrado no lugar de Ricardinho. Rafael Costa teve quatro grandes chances na frente do goleiro Jefferson mas na única que foi gol o bandeirinha anulou. Na outra, no final da partida recebeu na novamente em condiçoes de fazer o gol mas na saída de Jefferson escorregou e chutou por cima do gol. A partida terminou mesmo com a vitória mínima do Botafogo e agora no jogo da volta o Figueirense tem que marcar dois gols e não tomar nenhum para eliminar o adversário. Se devolver o mesmo placar a decisão será nos pênaltis e se tomar algum gol terá que marcar mais três de diferença para se classificar.

terça-feira, 2 de julho de 2013

Não é só pelos vinte centavos....

Nas últimas semanas a população brasileira foi as ruas reinvidicar por seus direitos. O caos começou com o aumento de R$ 0,20 nas passagens de ônibus nas grandes capitais e tal ação desencadeou uma série de manifestações em todo o Brasil, não só pelos vinte centavos, mas pela forma com que o povo vem sendo tratado pelos nossos políticos. Minimizando esse quadro e trazendo para a realidade alvinegra, já passou a hora da torcida ir para as ruas protestar contra o momento político atual do clube.
Temos um time de razoável para fraco e provavelmente é com isso que iremos disputar a série B. Continuamos não tendo um camisa 10 de qualidade que assuma a responsabilidade nos momentos difíceis e que comande o time dentro de campo. Chegaram duas novas contratações, o goleiro Neneca e o meia Tchô, e sinceramente, não dá pra fazer muita festa. Neneca apesar de bom goleiro está em fim de carreira, não é um investimento atrativo para o clube e não aposto que seja a solução para os problemas no gol (se é que podemos ter grandes problemas nessa posição). O meia Tchô surgiu no Atlético-MG, jogou em Portugal algumas temporadas e retornou ano passado ao Basil jogando no Bragantino. Estava no Vila Nova-MG e chega para ocupar a vaga no meio campo com a saída de Gérson Magrão. Minha desconfiança com o meia é que ele surgiu no Atlético numa época que o time mineiro disputava o brasileiro sempre brigando para não cair, por isso não quer dizer muita coisa. Depois disso, não teve muita sequência na carreira e veio parar no alvinegro. Antes disso, alguns nomes foram especulados para compôr o grupo alvinegro como o zagueiro Chicão e o atacante Zé Carlos. Não sei quem planta essas notícias mas só sendo muito ingênuao para acreditar nelas. Chicão acabou de ser campeão mundial interclubes pelo Corinthians e tem mercado internacional ou em qualquer time da série A brasileira. Vir para o Figueira na situação atual do clube seria uma utopia. Zé Carlos eu particularmente não queria. Foi artilheiro da série B ano passado pelo Criciúma porém é um baita de uma mala sem alça. Além de também já estar mais para o fim de carreira, foi ganhar alguns trocados na China e já criou rolo por lá, indo parar agora nos Emirados Árabes. Que ganhe muito dinheiro por lá pra encher sua pança de esfiha e cerveja e volte ao Brasil já aposentado.
Em meio a isso tudo, há alguns questionamentos ao trabalho do técnico Adílson Batista. Eu acho que Adílson consegue tirar o máximo que esse time consegue dar. Embora ele apronte com suas invenções o time não oferece muito mais do que vem dando. Se tivéssemos outro treinador, nesse momento estaríamos brigando na parte de baixo da tabela. Não sei como estamos na porta do G4.
Tudo isso porém ainda é reflexo da gestão política que vivemos no clube. Desde o ano passado quando uma tempestade de processos fora de campo atrapalharam o desempenho dentro das quatro linhas culminando com o rebaixamento a série B, que o torcedor alvinegro vem presenciando o topo da pirâmide tomar uma série de decisões erradas, além de não falarem muitas vezes a mesma língua. A forma como alguns ídolos foram tratados ano passado ainda estão na memória da torcida. Em especial Wilson e Fernandes não tiveram o respeito da atual diretoria em suas dispensas. Ainda vimos alguns ex-jogadores entrarem na justiça por seus direitos contra o clube. O presidente disse que em 2013 o Figueirense iria disputar a série B com um time de série A, piada né. Já está quase um time de série C imagina de A. Departamento de futebol e Adílson Batista muitas vezes se contradizem em entevistas, um colocando o outro em saia justa. Dá pra perceber claramente em entrevistas que os bastidores alvinegros estão turbulentos. Uma reforma no estatudo do clube deve ser apresentada aos conselheiros em breve. De acordo com informações vazadas na imprensa, alguns pontos positivos e negativos formam essa nova proposta, e principalmente, o primeiro passo para que o clube seja aberto democraticamente aos sócios deve ser dado. A parada da Copa das Confederações serviu para abaixar um pouco a poeira pois o time começou bem o campeonato mas os últimos resultados não agradaram. Nesse período vieram as duas contratações e o Figueira fez um amistoso no Paraná contra o Coritiba, que foi um bom teste e que terminou empatado em 2 a 2. Agora é focar no restante do campeonato que recomeça no próximo sábado com o jogo em casa diante do Boa Vista. Antes disso, na quarta-feira o alvinegro vai até Volta Redonda enfrentar o Botafogo pela Copa do Brasil.
Daqui pra frente vamos ver o que vai acontecer, mas na real, devíamos ir para a porta do Scarpelli protestar não só pelos vinte centavos...

domingo, 9 de junho de 2013

Paraná x Figueirense - Cadê o Futebol?

Depois de perder a invencibilidade e a liderança na tabela da Série B para a Chapecoense em casa no meio da semana (derrota novamente para eles me recusei a escreer) o Figueirense viajou para Curitiba para enfrentar o Paraná buscando se recuperar no campeonato para se manter no G4. Porém, o bom futebol apresentado nas primeiras rodadas sumiu mesmo no Scarpelli depois de terça-feira.
O time não se encontrou na Vila Capanema e viu o time da casa dominar praticamente todo o primeiro tempo, criando diversas jogadas ofensivas até abrir o placar aos 24 minutos de jogo. Em falta na entrada da área a bola foi cruzada e o zagueiro Anderson de costas para o gol desviou e a bola morreu no canto direito de Ricardo que não chegou a tempo para fazer a defesa. Com o gol o Paraná aliviou a pressão e permitiu que o Figueira tocasse mais a bola no meio campo. Aos 35 minutos o alvinegro até conseguiu marcar um gol com Botti mas Rafael Costa que participou da jogada estava impedido e o gol foi anulado.
O segundo tempo veio e nada mudou, o time apresentava os mesmos problemas de criação e tocava de um lado para outro sem conseguir chegar ao gol adversário. O Paraná com a vantagem no placar também não fazia muita força ofensiva para não se expôr muito e segurar a vitória. O time da casa ainda teve um jogador expulso mas mesmo assim o alvinegro não mostrou forças para reagir e volta para Florianópolis com a segunda derrota seguida e fora do G4.

sábado, 1 de junho de 2013

Figueirense x Sport - Artilheiro decide a partida

Mantendo os 100% de aproveitamento na série B do Brasileiro, o Figueirense recebeu o Sport no Scarpelli, voltou a mostrar irregularidades durante os 90 minutos mas no final contou com seu novo artilheiro para garantir mais uma vitória e a liderança na tabela.
O primeiro tempo alvinegro, assim como o jogo anterior em Minas Gerais, foi quase perfeito . O time de Pernanbuco não se encontrou em campo, teve dificuldades de criação e por pouco não saiu goleado na etapa inicial. O primeiro gol veio logo nos 5 primeiros minutos  com Maylson. O meia recebeu na direita e de fora da área chutou forte, a bola bateu na trave e nas costas do goleiro Magrão morrendo no fundo do gol. O Figueira continuou pressionando a saída de jogo adversária e a bola sempre rondava a área do Sport, com jogadas sendo criadas com a velocidade de Ricardinho e Maylson e presença de área de Rafael Costa. E assim chegou-se ao segundo gol aos 28 minutos de jogo. Ricardinho fez jogada pela direita e encontrou Maylson entrando por trás da zaga na esquerda, o jogador matou a bola e a zaga fez a carga nas costas e o juiz assinalou pênalti. Na cobrança, Rafael Costa bateu forte e rasteiro e mesmo o goleiro acertando o canto não teve chances de fazer a defesa. O artilheiro alvinegro quase fez um golaço de calcanhar ainda no primeiro tempo, aproveitando um bate-rebate na área e tentando concluir de costas para o gol mas o goleiro fez a defesa.
O segundo tempo começou com o time e a torcida tomando um susto. O Sport em 5 minutos empatou a partida em duas jogadas de bola parada. Na primeira, em cobrança de falta o zagueiro Gabriel subiu mais alto que todos e diminuiu o placar e logo em seguida, em cobrança de escanteio Rithely subiu livre e empatou a partida. Apreensão total no Scarpelli. O Figueira sentiu os gols e demorou a se encontrar em campo enquanto que o time adversário aproveitou o momento ruim e partiu pra cima, criando jogadas e pressionando a saída de bola alvinegra. Aos poucos o jogo foi se equilibrando, o Sport não conseguiu manter a pressão e o Figueirense conseguiu chegar mais próximo do gol advesário. Em uma escapada pela esquerda de Saci aos 40 minutos, o lateral cruzou na área, Pablo deu um leve toque de cabeça e Rafael Costa que estava atrás deu um mergulho cabeceando a bola no ângulo esquerdo do goleiro e colocando o Figueira novamente na frente do placar. Dessa vez, alívio total no estádio. Com a vantagem no placar e restando poucos minutos, foi só manter a posse de bola e esperar o tempo passar para comemorar a vitória.

quarta-feira, 29 de maio de 2013

América-MG x Figueirense - Alvinegro Irreconhecível

Depois de começar a série B com o pé direito diante do América-RN no Scarpelli, o Figueirense foi até Belo Horizonte enfrentar outro América, o mineiro, no seu primeiro jogo fora de casa no campeonato. E o alvinegro esteve irreconhecível, mas dessa vez pelo lado bom. No jogo de ontem o grupo deixou para trás os problemas que vinha apresentando desde o início do ano e mostrou uma regularidade e eficiência ainda não apresentada até aqui e simplesmente goleou o time da casa fazendo uma partida irrepreensível.
O primeiro tempo foi quase perfeito. O Figueira tomou as ações da partida desde o início e logo abriu o placar com o artilheiro Rafael Costa, que aos 10 minutos aproveitou rebote de Neneca em um chute de Ricardinho de fora da área, mostrou que é oportunista e está sempre no lugar certo. O América sentiu o gol e aos 13 minutos, o zagueiro Vitor Hugo era o último homem e vacilou na defesa,  Maylson esperto roubou a bola e na saída de Neneca ampliou o placar chutando sem chances para o goleiro. Mesmo com a vantagem no placar  time não se acomodou e continuou a criar oportunidades que foram desperdiçadas principalmente por Maylson e Ricardinho, que tiveram cara-a-cara com Neneca e esbarraram nas boas defesas do goleiro que salvaram o time da casa. Aos 44 minutos veio um susto. Em uma das poucas jogadas de ataque do time da casa, Fábio Jr ajeitou cruzamento para Willians que entrou na área livre e chutou de frente para Ricardo; o goleiro defendeu parcialmente mas o mesmo Willians conseguiu pegar o rebote e diminuir o placar ainda no primeiro tempo.
Para o segundo tempo o técnico Adílson Batista sacou Rafael Costa e colocou o atacante Pablo. Nos primeiros minutos o América ensaiou uma reação mas rondando a área alvinegra mas não concluindo a gol. Aos 15 minutos, em uma arrancada do ataque alvinegro, Ricardinho tabelou com Pablo, invadiu a área e chutou forte para ampliar o placar. O gol novamente mexeu com o time da casa que ficou intranquilo e o Figueira se aproveitou da situação para fazer o quarto gol aos 19 minutos. Após cobrança de escanteio, a bola foi rebatida para cima e o capitão Douglas subiu mais alto que a zaga para praticamente fechar o placar. Aos 32 minutos o América conseguiu diminuir o placar com Laércio mas o time da casa não mostrou mais forças para conseguir resultado melhor na partida. O Figueirense foi soberano na casa do adversário e trouxe uma vitória que dá muita moral para a sequência do campeonato.

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Figueirense x América-RN - Valeu a estréia

Após algum tempo esse simplório blogueiro volta a falar do Figueirense. O afastamento dessa vez foi proposital, o alvinegro dos últimos jogos foi irritante e me recusei a escrever sobre a forma como fomos ridicularmente eliminados do estadual pela Chapecoense, o patético amistoso contra o Vasco e a sofrida partida de volta da Copa do Brasil diante do "grande" Arapongas. Consecutivos shows de horror para o "pisado" torcedor alvinegro engolir. Passado isso tudo, começamos o campeonato mais importante do Ano para o Figueira que é a série B do Brasileiro buscando ficar entre os quatro primeiros para retornar logo a série A em 2014. Não foi um primor de estréia, mas diante dos últimos resultados obtidos, começar com o pé direito seria fundamental, então a vitória apesar das dificuldades trouxe mais tranquilidade e confiança para o resto do campeonato.
Obviamente que a torcida alvinegra não iria passar por algum momento assustador, então apesar de dominar as ações ofensivas e tentar criar alguma boa chance de gol, foram os visitantes que saíram na frente com Cascata, que aproveitou a já esperada falha da linha de volantes alvinegros e na frente da área chutou no canto direito de Ricardo abrindo o placar. A paciência da torcida que com razão não está muito grande ficou no fio da navalha. Na sequência, o ex-Figueirense Júnior Negrão recebeu na cara do goleiro Ricardo mas mostrou que não evoluiu muito no futebol e chutou cruzado para fora. Aos 37 minutos porém, Rafael Costa recebeu passe entre os zagueiros, mesmo de costas para o gol e pressionado pela defesa conseguiu fazer o giro e chutar forte; a bola explodiu na trave e no rebote Pablo chutou de primeira para empatar a partida. O gol amenizou um pouco a impaciência nas arquibancadas e empurrou o Figueirense para cima do América e aos 43 minutos veio a virada. Ricardinho fez jogada pela direita e cruzou na área, Rafael Costa tocou de cabeça mas a bola ainda desviou em Pablo e o Figueira foi para o vestiário com a vantagem no placar.
O segundo tempo começou e o América-RN assustou primeiro e construiu uma jogada que por pouco não se transformou no gol de empate com a bola explodindo no travessão do gol alvinegro. Logo depois porém, aos 12 minutos, Ricardinho cortou o zagueiro na ponta esquerda e cruzou rasteiro, o goleiro rebateu e Rafael Costa de biquinho ampliou o placar para o Figueira. Com o gol o alvinegro passou a administrar a partida e mesmo assim conseguiu criar algumas situações de gol, principalmente com Ricardinho, um dos destaques da partida. Bola no travessão, pênalti duvidoso não marcado, enfim, alguns lances levaram perigo ao gol do América. Porém, assim como no primeiro tempo a defesa alvinegra se descuidou e já nos acréscimos novamente cascata recebeu livre na área e deu um bonito toque na saída de Ricardo para diminiur o placar da partida. Não deu tempo para mais nada, o Figueirense conseguiu somar os 3 pontos na estréia em casa para alcançar seus objetivos nesse campeonato. A próxima partida será agora diante do outro América, o mineiro, na casa do adversário.

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Figueirense x Chapecoense - Empate sofrível

Na primeira partida da semi-final do catarinense o Figueirense recebeu a Chapecoense e sofreu pra empatar. Não há muito para falar, o time do Oeste bateu o meio campo, lançou a bola ao ataque e com 10 segundos de jogo abriu o placar em uma falha imperdoável do sistema defensivo alvinegro. Era tudo que eles queriam para fazer uma retranca forte e segurar o placar. A falta de qualidade do elenco ficou evidente, nenhum jogador assumiu a responsabilidade de criação ou finalização e o que se viu foi um jogo ruim com um time se defendendo e o outro sem capacidade de atacar. No final do jogo Tinga cruzou da direita e Ricardinho no susto de cabeça/ombro deslocou o goleiro e empatou a partida. Agora o Figueirense vai até Chapecó e só a vitória interessa para chegar na final do campeonato.

domingo, 21 de abril de 2013

Juventus x Figueirense - Daqui pra frente é decisão

Nesse domingo finalizou-se o returno do Campeonato Catarinense e foram definidas as semi-finais. Nenhuma surpresa em relação ao que foi projetado durante a semana, o Figueirense enfrenta a Chapecoense jogando a primeira no Scarpelli e a segunda partida nem Chapecó, e na outra semi o Avaí enfrenta o Criciúma com a primeira partida também na capital e a segunda no Heriberto Hulse. E o alvinegro terminou o turno "bem" após a vexaminosa derrota para o Criciúma em casa (faltou tesão para fazer um post dessa derrota). Claro que a expressão "bem" se deve ao resultado da partida porque o futebol apresentado foi duro de acompanhar diante de um time inferior tecnicamente e que não tinha mais nenhum objetivo no campeonato. O Juventus até parecia mais ousado que o Figueira, pelo menos o ataque mostrava alguma vontade de fazer alguma coisa diferente e em alguns momentos chegaram perto de abrir o placar porém faltou qualidade para marcar ou o goleiro Ricardo interferiu quando necessário. Aos 39 minutos depois de muita sonolência o Figueirense foi ao ataque com Eliomar que perdeu o gol, a bola sobrou para Gérson Magrão na entrada da área que ameaçou chutar e rolou para Tinga na direita que entrou livre na área e na saída do goleiro chutou no canto esquerdo e abriu o placar.
No segundo tempo logo aos 6 minutos Gérson Magrão recebeu um presente do zagueiro que foi recuar a bola para o goleiro e tocou fraco nos pés do meia que de frente para o gol colocou a bola no ângulo e ampliou a vantagem. A partir daí deu pra bola da partida. Adílson mexeu no time colocando alguns jogadores que estavam parados como o atacante Héber e os dois times não fizeram mais nada de produtivo além de esperar o apito final do árbitro.
Agora é focar na Chapecoense no próximo final de semana. O time não passa confiança, faltam muitos detalhes a serem acertados mas daqui pra frente é outro campeonato e agora sim não adianta jogar bonito, o que vale é o resultado.

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Juiz Caseiro + Time que não chuta em gol = Derrota

Domingo foi como a cidade gosta, dia de clássico. O Figueirense com uma vitória encaminharia o título do returno e praticamente eliminava seu maior rival de ainda buscar algo nesse campeonato. O empate já classificava o Figueira para a fase final por índice técnico e ainda assim deixaria o Avaí em situação desconfortável. Mesmo diante disso, a atitude durante os 90 minutos não foi de decisão e a derrota pode ter reflexos piores lá na frente.
O jogo foi tenso e com pouca qualidade. Os donos da casa foram aos poucos ganhando no grito e o juiz disciplinarmente foi se deixando levar. E o Figueirense? Mostrou pouca vontade ofensiva e alguns erros defensivos não muito comuns. O primeiro tempo praticamente passou em branco em termos de lances de gol, um chute aqui outro ali mas a verdade é que os dois goleiros não foram exigidos. O que marcou foi a violência avaiana que chegou junto em vários lances e a arbitragem foi conivente em quase todos, afrouxando na hora de punir.
O segundo tempo começou não muito diferente do primeiro, com o Figueirense um pouco mais "acordado" no jogo mas ainda se preocupando mais em não tomar do que em fazer gols. Mesmo assim, conseguiu abrir o placar aos 18 minutos. Após cobrança de falta na meia direita o zagueiro Douglas Silva foi derrubado no meio da área quando se preparava para cabecear e o juiz marcou pênalti. O time do Avaí foi pra cima do árbitro que deu apenas um cartão amarelo para o goleiro Diego e ficou no meio da rodinha de jogadores sendo confrontado e nada mais fez. Não adiantou as reclamações e Marcelo Toscano foi para a cobrança, bola para um lado e goleiro para o outro e gol alvinegro. Aí, nova confusão. Toscano após a cobrança correu para o gol para pegar a bola e comemorar homenageando a esposa grávida quando os jogadores avaianos chegaram empurrando o atacante que ficou caído dentro do gol recebendo bico dos adversários. Se o juiz tivesse peito expulsava o goleiro Diego nesse lance pois foi ele quem mais agrediu o jogador alvinegro. E mesmo diante dessa confusão toda, nenhum jogador foi punido nem com cartão amarelo. Atrás do placar o técnico avaiano trocou um meia defensivo por um mais ofensivo e também colocou o lateral Julinho que apoia mais. Foi para o tudo ou nada com o objetivo de reverter o placar. Isso daria ao Figueira a oportunidade de matar o jogo no contra-ataque, porém, Adílson Batista foi mais cauteloso e tirou Tinga que retornava de lesão mas era um dos poucos que dava velocidade ao time e colocou o zagueiro Gutti recuando ainda mais o time. O Avaí cresceu na partida e o alvinegro somente se defendia. Contribuindo para a pressão adversária, o juiz marcava faltas próximo a área alvinegra e nos poucos contra-ataques que eram criados faltas eram invertidas quebrando as escapadas do Figueira. De tanto cavar o time da casa conseguiu uma falta próximo a área, isso aos 35 minutos do segundo tempo. Marquinhos Santos cobrou na trave, a zaga cochilou e Rodriguinho com o gol vazio empatou a partida. O empate não servia para o adversário e os últimos 10 minutos foram tensos. Adílson Batista novamente colaborou ao tirar o atacante Ricardinho e colocar o sonolento Gérson Magrão. Faltando pouco tempo para acabar a partida o treinador poderia optar por dar velocidade ao ataque com Eliomar, Nazário ou Dolem mas não, preferiu optar por um jogador lento e que estava dois meses afastado por lesão. Chamou o adversário pra cima no final da partida. E de tanto pressionar, no último minuto novamente numa cobrança de falta a bola foi mau rebatida pela zaga alvinegra e no bate-rebate na área Eduardo Costa empurrou para o gol e decretou a vitória dos donos da casa. Num jogo em que o Figueirense não eu um chute a gol e o juiz foi caseiro permitindo ser controlado pelo adversário, não se conseguiria algo mais que a derrota mesmo.

sábado, 30 de março de 2013

Figueirense x Atlético-Ib - Recuperar no clássico

Depois de assumir a ponta da tabela na última rodada o Figueirense recebeu o Atlético-Ib em casa...ops...quer dizer, o mando de campo era alvinegro mas o jogo foi em Joinville devido a uma punição de perda de mando de campo devido a gracinha de alguns irresponsáveis no clássico contra o Avaí ainda no primeiro turno no Scarpelli. Resultado: menos de 500 pagantes para apoiar o Figueira nesse jogo importante.
Como nos jogos anteriores o primeiro tempo alvinegro foi sofrível. O time adverário estava disposto a não perder pontos e se postou defensivamente a procura do famoso 'biquinho" enquanto o Figueirense tocava de um lado para o outro buscando espaços mas não concluía a gol. Começaram os erros de passes por parte das duas equipes e o jogo se tornou uma pelada. Aos 33 minutos em um ataque do time de Ibirama, a bola sobrou na área para o zagueiro Thiego foi cortar para fora mas chutou em cima do atacante que ficou com a bola cara a cara com Ricardo abriu o placar. Antes que o primeiro tempo acabasse, aos 43 minutos Botti foi na linha de fundo pela meia direita e cruzou na área para Jackson que de "letra" deu um lindo toque e empatou a partida.
O segundo tempo começou com o Figueira em cima do Atlético porém não conseguiu concluir muito a gol e quando finalizava a zaga afastava ou era para fora. A etapa final foi toda praticamente alvinegra, o time de Ibirama quase não passava do meio campo. Aos poucos porém o alvinegro foi perdendo força e voltando a errar passes e a pressão diminuiu. Em um das poucas escapadas adverárias o zagueiro Alemão arrancou da intermediária e recebeu passe entre a zaga ficando na cara de Ricardo que saiu rápido do gol e com as pernas conseguiu cortar o lance e afastando o perigo. No último lance da partida aos 47 minutos Hélder invadiu a área pela esquerda e na saída do goleiro tocou por cobertura, a zaga afastou em cima da linha e novamente Hélder tocou para Bruno Nazário que na pequena área chutou por cima do gol e não conseguiu garantir os três pontos para o Figueirense.

quinta-feira, 28 de março de 2013

Camboriú x Figueirense - Assumindo a Liderança

O Figueirense foi até Camboriú enfrentar o time da casa pensando somente nos três pontos para assumir a ponta da tabela no returno, já que em Ibirama, momentos antes o líder Atlético empatou com o Joinville e corria o risco de ser ultrapassado no caso de vitória alvinegra. Mesmo levando sustos desnecessários a vitória veio e a liderança também.
O primeiro tempo foi de puro susto. Não se encontrando em campo e com dificuldades de trocar passes para construir as jogadas o Figueirense viu o time da casa assustar em alguns momentos e ser salvo por Ricardo que novamente fez grande partida e salvou o time em alguns lances. Aos 23 minutos Diego Jardel livre na área chutou para fora no canto direito de Ricardo e já no final do primeiro tempo o atacante Thiago Constancio recebeu lançamento e livre foi em direção ao gol mas o goleirão alvinegro saiu fechando o ângulo e fazendo a defesa e garantindo o 0 a 0 no primeiro tempo.
O segundo tempo veio com o Figueira mais organizado em campo e buscando decidir a partida. E praticamente decidiu com Marcelo Toscano que por duas vezes de cabeça, aos 9 e 12 minutos, marcou e deu tranquilidade ao time. A partir daí o Figueirense passou a tocar mais a bola para gastar o tempo e explorar os contra-ataques, porém aos 18 minutos o volante Jessé do Camboriú entrou na área, pedalou na frente de Douglas Silva e de pé esquerdo marcou um bonito gol chutando no ângulo de Ricardo que dessa vez não conseguiu fazer a defesa. O gol deu novo ânimo ao Camboriú que se arriscou mais no ataque e aos 27 minutos conseguiu um pênalti quando Anderson aproveitou a bobeada da zaga e de costas para o gol foi derrubado infantilmente por Douglas Silva e o árbitro Héber Roberto Lopes assinalou. Na cobrança do próprio Anderson o chute saiu rasteiro e Ricardo quase defendeu mas a bola passou por baixo do seu corpo. O sinal de alerta acendeu e antes que algo trágico acontecesse, o lateral Wellington Saci fez jogada pela esquerda, invadiu a área e cruzou para Botti que só teve o trabalho de tocar na bola e colocar o alvinegro novamente na frente do placar. O gol foi um balde de água fria no time da casa que não conseguiu mais ter forças para pelo menos empatar o jogo novamente e a vitória que parecia vir tranquila veio de uma forma mais suada.

segunda-feira, 25 de março de 2013

Figueirense x Metropolitano - Mantendo a regularidade

O Figueirense recebeu no Scarpelli o Metropolitano pela quarta rodada do returno do Catarinense. Após dois jogos fora de casa onde consegui dois empates, a vitória seria importante para se aproximar ainda mais do líder Atlético-IB. Novamente com muitos desfalques o técnico Adílson Batista teve que quebrar a cabeça para botar o time em campo.
Mesmos assim a partida começou com o alvinegro trocando passes e dominando o adversário. Porém, aos poucos o time de Blumenau foi se soltando em campo e passou a explorar os contra-ataques. Mas aos 29 minutos do primeiro tempo após a zaga cortar errado, Willian Magrão apareceu na frente de área e com categoria de pé esquerdo colocou a bola no ângulo adversário abrindo o placar para o Figueira. O gol daria mais tranquilidade no jogo mas o Metrô não estava nem aí e correu atrás do prejuízo. Ricardo fez pelo menos três grandes defesas até que aos 44 minutos Rafael Costa aproveitasse um cruzamento de Alessandro em jogada rápida pela direita e empatou a partida.
Para o segundo tempo Eliomar entrou no lugar do meia Felipe Nunes e o Figueira voltou mais agressivo. Mesmo assim o time do Metropolitano continuava a explorar o contra-ataque e em alguns lances chegava com perigo ao gol de Ricardo. A alteração porém surtiu efeito aos 18 minutos quando Eliomar tocou para Marcelo Toscano que de primeira na entrada da área chutou cruzado colocando o alvinegro novamente na frente do placar. Pouco tempo depois, em nova jogada rápida do ataque alvinegro, foi a vez de Toscano receber na direita e perceber Eliomar chegando de frente para o gol para chutar de primeira e fazer o terceiro gol do Figueirense praticamente definindo a partida. A partir daí foi só administrar e aguardar o final da partida. Ainda deu tempo de acontecer um lance inusitado no último minuto da partida. Para ganhar tempo o técnico Adílson Batista colocou Bruno Nazário no lugar de Botti. Na sequência o Figueira saiu em um contra-ataque rápido com Saci que lançou Eliomar livre na meia esquerda; o atacante entrou na área e na saída do goleiro tocou para Bruno Nazário que chegava livre no meio e no seu único toque na bola na partida inteira marcou o quarto gol alvinegro fechando o placar com chave de ouro.