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terça-feira, 3 de setembro de 2013

Figueirense x Bragantino - Fechando o turno

Para finalizar o primeiro turno o Figueirense recebeu o Bragantino no Scarpelli e depois de terminar o primeiro tempo com a vantagem de dois gols no placar sofreu um no segundo tempo e passou um sufoco desnecessário no final mas conseguiu segurar a vitória. A partida também ficou marcada pelo protesto da Gaviões nas arquibancadas.
O primeiro tempo começou com um forte vento sul e com o Figueira aproveitando o fator para pressionar o Bragantino que jogando contra o vento tinha dificuldades em armar as jogadas. Assim, logo aos 11 minutos Ricardinho recebeu livre na área, driblou o zagueiro e de pé esquerdo chutou no canto para abrir o placar. O alvinegro continuava a pressionar o adversário e o segundo gol era questão de tempo e aos 25 minutos, Tchô fez jogada na ponta esquerda e foi derrubado na área. Rafael Costa cobrou forte e rasteiro e abriu ampliou o placar. Ainda no primeiro tempo os dois times assustaram os goleiros chutando cada um uma bola no travessão. 
O segundo tempo começou com o Bragantino não mostrando muita força para reagir e o Figueirense preocupado em segurar o resultado e fazer o tempo passar porém, dessa vez o vento estava a favor do time adversário. Mesmo assim a primeira grande chance foi alvinegra com Rafa Costa que recebeu livre na cara do goleiro mais escorregou antes de concluir a gol. Aos 27 minutos no único ataque adversário do segundo tempo Dudu acertou um bonito chute no ângulo esquerdo de Volpi e diminuiu o placar. Nos minutos finais o Bragantino tentou o abafa mas o Figueira se defendeu bem e segurou a vitória. Com o resultado o alvinegro terminou o primeiro turno na oitava posição com 29 pontos, apenas 2 pontos do G4. 
No final do primeiro tempo, intervalo e parte do segundo tempo a Gaviões Alvinegros protestou no Scarpelli. Os principais alvos como não poderia deixar de ser foi a diretoria (especialmente M.M. Teixeira) e jogadores baladeiros. O protesto da forma que foi feito é válido e deveria ter total apoio embora nas arquibancadas boa parte da torcida tenha sido contra. O torcedor é passional, com 2 a 0 no placar parece ter esquecido dois últimos acontecimentos e se tivesse o jogo ainda no 0 a 0 provavelmente muitos teriam apoiado os gritos de protestos. O engraçado é ver muito corneteiro de carteirinha, que todo jogo reclama de tudo e todos querer julgar a atitude da Gaviões. No final, todos nós somos torcedores e temos o direito de querer o melhor para o Figueirense. 

domingo, 1 de setembro de 2013

Grupo rachado?

Depois de rondar e estar no G4 durante quase todo o campeonato, o Figueirense chega na última rodada do primeiro turno na décima posição despencando na tabela nas últimas rodadas. O projeto 2013 vai indo por água abaixo e parece que o naufrágio pode ser ainda pior porque muita coisa vai acontecendo extra-campo. O time desse ano passou longe de encantar no futebol, porém não se pode negar, dentro das limitações era um time regular. Perdia aqui, ganhava ali e mesmo sem mostrar muita qualidade estava sempre no grupo de cima. Então o que estaria acontecendo nos bastidores que pudesse explicar essa queda na tabela? O grupo de jogadores montado para esse ano tem quase nenhuma identificação com o clube e aí está um grande problema. Sem referência e compromisso algum com o clube as vaidades individuais começam a interferir no relacionamento interno. Adílson Batista não soube administrar isso e diante da sua "cegueira" acabou pagando o pato. Cada jogo um time era escalado e sem perceber o treinador foi sendo fritado pelos jogadores que não entendiam ser titular num jogo e reserva em outro. Muitas vezes nem no banco apareciam após jogarem a partida anterior.  Após a derrota para o ABC que posteriormente culminou com a saída do treinador, Maylson ainda em campo deu entrevista dizendo que os jogadores deveriam assumir a responsabilidade e que o treinador não poderia levar a culpa pelos resultados. Agora fica mais claro agora o significado da entrevista, há um grupo de jogadores dentro do Scapelli que não está nem aí para o projeto do clube. Estaria o grupo rachado? Ainda fica difícil responder, mas há uma turma que não vê a hora de acabar o ano e ir para outro clube e há uma outra turma que vê no Figueirense uma oportunidade de aparecer para o mercado e esses "vestem a camisa" mais que os outros. O atacante Ricardinho é um dos insatisfeitos. Com a dupla Bueno/Rafa Costa marcando gols em quase todos os jogos, o atacante perdeu espaço na equipe e apareceu em algumas partidas jogando o segundo tempo ou parte dele. Na estréia do técnico Vinícius Eutrópio contra o Oeste, Ricardinho claramente forçou o terceiro cartão no segundo tempo para não viajar para Alagoas e enfrentar o Asa na terça-feira. Deixou o grupo e treinador na mão. Ricardinho sabe que ao final do ano deverá voltar ao Atlético-PR independente do sucesso ou fracasso no Figueirense e inclusive já há uma sondagem para ano que vem ir para o futebol do Japão. A zica é tanta que Ricardo Bueno estourou o joelho e não joga mais esse ano, mas para azar do atacante o Figueira contratou Zé Roberto que deve ser o companheiro de Rafa Costa no ataque. Outro jogador insatisfeito com o banco de reservas é Thiago Volpi. O goleiro esteve perto de deixar o Figueira já que não tinha muitas oportunidades porém com a saída de Wilson passou a aparecer mais no banco de reservas e como Ricardo não vingou, a vaga de titular no gol alvinegro caiu no seu colo mesmo com a chegada de Neneca. Diante da necessidade, Volpi foi se firmando como titular e caindo nas graças da torcida porém uma contusão lombar o tirou do time antes do clássico contra o Avaí. O jogador se recuperou porém fica no banco vendo Neneca fazer uma partida pior que a outra com a camisa 1 do Figueirense. 
Desde que o clube passou a figurar novamente no cenário nacional esse é pior time de todos. Mesmo em anos que tínhamos um grupo de jogadores limitados, dentro de campo havia um compromisso com o clube e torcida e dentro do vestiário sempre estivemos representados com algumas lideranças. Esses jogadores cobravam comprometimento de outros, os mais desleixados aos poucos iam sendo excluídos e assim o grupo quase sempre foi forte. Com a queda do ano passado e a limpa feita pelos atuais "gestores" alvinegros, passamos a ter um time frio e sem liderança e com a saída de Adílson Batista, talvez o único que tinha alguma identificação e compromisso com o clube, as coisas tendem a ficar ainda piores. Ainda há tempo de reverter a situação, porém o futuro não é nada promissor e pelo andar da carruagem, iremos cumprir tabela até o final do campeonato para não correr risco de rebaixamento e ainda ver nossos rivais regionais brigando pelo acesso e com muitas chances de consegui-lo. 

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Asa x Figueirense - Regularidade

Após a vitória em casa diante do Oeste na estréia do técnico Vinícius Eutrópio o Figueirense foi até Alagoas para enfrentar o Asa de Arapiraca. E mais uma vez mostrou ser um time regular no campeonato, com a zaga mostrando sua fragilidade quando pressionada, falha nas bolas paradas e aéreas, criatividade quase zero no meio campo, não consegue se impor diante de um time que luta contra o rebaixamento e não demonstra qualidade para dar esperança quando está com o placar adverso na partida.
Falar do jogo é chover no molhado e os problemas são sempre os mesmos. Novamente Neneca falhou em dois gols de cobrança de falta chegando atrasado na bola, o time reagiu com Maylson no final do segundo tempo em jogada ensaiada de falta mas logo depois tomou o gol de cabeça em cobrança de escanteio que fechou o caixão da partida. Tá difícil de ver esse time jogar, a cada jogo a falta de qualidade fica mais evidente e o Figueira vai despencando na tabela. Já fazem mais de uma semana que Adílson Batista foi demitido e nenhuma nova contratação foi anunciada, parece que o único problema do time era o técnico. 
Agora Vinícius Eutrópio tem uma semana para ajustar o time para a partida contra o Bragantino no Scarpelli, na próxima terça-feira.

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Final de semana de horror alvinegro

Final de semana para o torcedor alvinegro esquecer. Derrota de virada para o lanterna da competição, o ABC de Natal no sábado, num jogo que foi um show de horror. Depois de com muita sorte estar a frente do placar o Figueirense mostrou toda sua fragilidade e falta de comprometimento com o resultado permitindo que o adversário virasse o jogo mesmo estando com um jogador a menos. O resultado negativo tornou inevitável a demissão do treinador Adílson Batista.


Adílson Batista voltou ao Figueirense no final de 2012 para iniciar o projeto de 2013. Foi a grande aposta do presidente alvinegro para esse ano e participou ativamente da montagem do grupo para essa temporada, assim como tenho certeza, não fez esforço junto a diretoria para manter Túlio, Wilson e Fernandes no grupo. Vinha fazendo um trabalho razoável levando-se em consideração o nível técnico do elenco e os problemas de lesões porém, a falta de confiança no grupo e as constantes mudanças na equipe vinham tirando a credibilidade de Adílson. Com um grupo de jogadores inseguros, o treinador foi cavando sua ruína na própria falta de convicção, com escalações confusas e apostando em jogadores que já mostraram não dar retorno em campo.
Para seu lugar a diretoria agiu rápido e anunciou hoje Vinícius Eutrópio. Quem?? Isso mesmo, Vinícius Eutrópio.


Para quem não lembra, ele foi jogador do Figueirense na década de 90, entre os anos de 96 e 98 e atuava no meio campo. Tinha boa técnica e deixou boa impressão na torcida alvinegra, porém, formou um time que não marcou muito no Scarpelli. Depois disso passou por alguns times e logo depois encerrou a carreira. Manteve-se no futebol trabalhando como auxiliar técnico, após isso também foi coordenador técnico e atualmente vem mantendo a carreira de treinador. Não tem nenhum trabalho marcante embora tenha passado por alguns bons clubes, então é uma aposta que pode ou não dar certo. Mas está longe de ser o nome que a torcida desperava.
Aliás, hoje tem reunião do Conselho Deliberativo no Scarpelli e muita coisa deve ser discutida. O intocável Marcos Moura Teixeira tem feito uma merda atrás de outra e ninguém sabe porque ainda continua no comando do futebol alvinegro. Tem muita coisa errada dentro do Figueira, uma podridão só que vem enterrando o clube nos últimos anos. Aí não tem como reclamar com o abandono da torcida ao clube.

domingo, 11 de agosto de 2013

Figueirense x Avaí - PQP Vergonha

Que coisa ridícula foi o clássico desse sábado no Orlando Scarpelli, sem comentários. Além de mais uma vez o time se mostrar frio no jogo mais importante para a torcida, ainda vê a humilhação de perder o jogo tomando um baile com gols de Marquinhos e Cléber Santana. Qualquer imbecil saberia que a principal arma adversária seria esses dois jogadores e o técnico alvinegro com suas invenções baratas não foi capaz de neutralizá-las. Adílson tem tirado leite de pedra um bom tempo do grupo, mas nas situações mais simples ele tem errado feio. O futebol as vezes é tão simples que o óbvio está na cara de qualquer um, mas o treinador parece querer enxergar as coisas sempre pelo prisma mais difícil e aí acaba se complicando nos momentos que parecem mais fáceis. Além disso, mesmo ainda estando em uma boa posição no campeonato, o Figueirense demonstra fraqueza nas partidas mais duras, como foi nesse clássico e também contra Palmeiras, Joinville e Chapecoense. Partidas na qual o time sentiu a pressão e mostra que o grupo carece de líderes e jogadores experientes e identificados com o clube. Nesses momentos são eles que irão segurar a peteca. Pois fizeram uma limpa no grupo, deram as costas para os ídolos do time e agora estão pagando o preço. Na hora H, pipocam. Sábado foi um vergonha! Depois não dá pra reclamar do vazio na arquibancada. O clube chegou numa situação quase igual as décadas de 80/90 com jogadores tecnicamente sofríveis. Naquela época ainda era compreensível pois a estrutura do clube não era tão profissional, ao contrário de hoje onde o Figueirense é uma referência no estado. Então não é admissível um time com a história que criou nos último anos estar passando por isso agora, com um time tão sofrível. Exceção a um ou outro jogador, esse é o pior Figueirense da última década. Se o ano de 2012 era pra ser esquecido, esse então não era nem pra estar sendo vivido....que um milagre ainda aconteça nessa série B.

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Figueirense x Icasa - Cabeça no Clássico

Semana de clássico é impossível não pensar no jogo. Assim o Figueirense recebeu o Icasa no Scarpelli mas com a cabeça no jogo de sábado contra o maior rival. Assim o primeiro tempo não foi bom, time desconcentrado e até certo ponto acomodado já que o primeiro gol veio logo nos primeiros minutos com Rafa Costa de pênalti. O resto da etapa inicial foi chata, sonolenta e quem teve as melhores chances foi o Icasa que bisonhamente perdeu na frente de Tiago Volpi.
Para o segundo tempo Neneca entrou no lugar de Volpi que sentiu a lombar. E o time continuou na mesma, não se encontrando em campo mostrando claramente falta de concentração na partida. Aí o Icasa teve um jogador expulso e Ricardo Bueno resolveu então decidir a partida marcando dois bonitos gols para fechar o placar e fazer um bom resultado pré-clássico. Agora sim o pensamento fica voltado 100% para o jogo contra o Avaí no próximo sábado novamente no Scapelli. Hora de lotar o estádio e empurrar o time pra vitória a qualquer custo e assim voltar ao G4.

domingo, 4 de agosto de 2013

Joinville x Figueirense - Terminou 9 contra 12

Tentando se recuperar do tropeço fora de casa para o Paysandu o Figueirense foi até Joinville para um jogo chamado de clássico regional na série B. Primeiro tempo ruim, segundo tempo mais objetivo e aí a arbitragem resolveu jogar contra dando nas canelas alvinegras e o Figueira sofreu a segunda derrota consecutiva e também a segunda derrota em confronto regionais. E espero que esse retrospecto negativo contra os times do estado caia no próximo sábado diante do Avaí no Scarpelli, mais um papelão em casa para os azulinos ninguém atura.
O primeiro tempo na Arena Joinville foi horroroso e ruim de assistir. Os dois times não criaram praticamente nada e um chute aqui ou outro ali e os dois goleiros quase não trabalharam.
Já o segundo tempo começou mais quente, Ricardinho entrou no ataque e fez boas jogadas no início inclusive perdendo um gol na cara do goleiro Oliveira. Porém numa falha defensiva alvinegra, Lima tocou para Edigar Junio que entrou na área e na saída de Volpi abriu o placar para os donos da casa. A reação veio apenas 1 minuto depois, quando Tchô aproveitou rebote do goleiro na área e chutou forte para empatar a partida. Porém, 2 minutos após o Figueira conseguir a igualdade no placar, o árbitro Ronam Marques da Rosa inventou um pênalti ridículo para o Joinville que aproveitou e passou na frente do placar novamente. Ainda para agravar a situação, no lance Ricardinho foi expulso por ter feito gesto de roubo em relação ao juiz. Com um a menos e a desvantagem no placar as coisas ficaram mais difíceis ainda. O JEC em mais uma jogada pela direita aproveitou o lance e Lima ampliou o placar. No final da partida o Joinville teve mais um pênalti a seu favor, o zagueiro Bruno Pires foi expulso por reclamação mas pelo menos na cobrança Volpi adivinhou o canto e fez a defesa evitando um prejuízo ainda maior. A derrota tirou o Figueirense do G4 que agora conta com Palmeiras, Chapecoense, Paraná e Joinville.