Estava na cara que depois de 9 jogos e apenas 1 vitória, manter o técnico Argel Fucks no cargo de treinador não seria fácil, e obviamente não foi. Os resultados não ajudaram, as declarações durante a semana geraram polêmica e deu pra bola de Argel. Agora o Figueirense vai de Abel Ribeiro para o jogo contra o São Paulo enquanto não acerta com um novo treinador. Especulações dão conta de que Adílson Batista deva pintar novamente no Scarpelli, agora é aguardar para ver quem será o novo comandante da equipe.
sábado, 21 de julho de 2012
Atlético-GO x Figueirense - Caiu na Zona
Depois da virada para o Atlético-MG e a primeira derrota em casa, além de quebrar a série de oito jogos sem vencer no campeonato brasileiro, a vitória era o único caminho para o Figueirense não entrar na zona de rebaixamento após o jogo contra o também desesperado Atlético-GO. E sobre o jogo não tem muito o que falar, foi mais um vexame apesar do esforço dos jogadores que foi todo em vão. O alvinegro saiu na frente em um gol de pênalti de Caio aos 23 minutos de jogo e o time da casa empatou 15 minutos depois também de pênalti com o goleiro Márcio. No segundo tempo o ex-alvinegro Felipe virou para o Atlético-GO, o Figueira correu atrás do placar e conseguiu o empate logo depois aos 17 minutos novamente com Caio e novamente de pênalti, mas a má fase e a falta de competência foram "premiadas" aos 37 minutos quando Joílson chutou forte na entrada da área e Wilson não conseguiu espalmar e evitar a derrota. Ponto final para mais um jogo para todos esquecerem. A fase não está fácil, o técnico Argel não deverá ser mantido no cargo e o futuro não será nada fácil. Como já disse anteriormente, daqui pra frente o discurso e o pensamento deve ser um só: se manter na série A.
terça-feira, 17 de julho de 2012
Números, rendimento, confiança e a torcida.
Chegamos na nona rodada do campeonato brasileiro e dos 27 pontos disputados até aqui o Figueirense ganhou apenas 8, o que dá um aproveitamento que não chega a 30%. Campanha até aqui de time que vai lutar ou que será rebaixado. Me arrisco a dizer que qualquer outro objetivo maior já foi pro saco. Libertadores só se uma excepcional arrancada acontecer como no ano passado. Sul-americana qualquer campanha mediana alcança. De certeza mesmo é que conseguimos uma vitória no último minuto contra o time horrível do Náutico na estréia e nas outras rodadas alguns empates bons fora de casa e pontos jogados pelo ralo no Scarpelli. Mas o futebol apresentado preocupa? Eu diria que não, não vi o Figueirense ter feito até aqui uma partida desastrosa, que tenha sido completamente envolvido pelo adversário e não tivesse nem tido a chance de ganhar. Muitas ou quase todas as partidas que perdemos e empatamos tivemos o jogo na mão, mas não tivemos a frieza de dar o golpe final. Erros individuais de um modo geral vem prejudicando a campanha alvinegra nesse campeonato. Desde escalações equivocadas e mexidas mal aplicadas pelo técnico Argel, a falhas defensivas e ofensivas dos jogadores. Erros pontuais que estão comprometendo. Junta-se a isso uma falta de confiança que já não vem de hoje e a maionese em determinados momentos desanda. Isso está explícito no futebol apresentado por alguns dos principais jogadores. E acho que tal falta de atitude é reflexo do comando do time. O técnico Argel está aos poucos perdendo suas convicções e isso é fatal para o trabalho de qualquer comandante, pois acaba causando reflexo na equipe. O DM alvinegro não está colaborando muito é verdade, mas Argel também não precisa tropeçar nas próprias pernas. O garoto Marquinhos que quebrou bem um galho na lateral esquerda contra o Bahia em casa e fez uma partida onde não comprometeu, foi mal escalado posteriormente contra o Vasco no meio campo. Resultado: fez um primeiro tempo horroroso e teve que ser substituído no intervalo, não sendo mais aproveitado no jogo seguinte quando deveria ter entrado novamente na lateral ao invés de Hélder. Ronny entra, faz gol, entra de novo e faz gol de novo, mas de novo começa a partida no banco. Enquanto isso Almir que ficou alguns jogos fora por contusão entra e sai jogando. Fernandes começa o jogo já sabendo que vai ser substituído e Aloísio coitado, está cavando sua própria cova com tantos gols perdidos. Até Wilson vem sofrendo esse processo regressivo e falhando seguidamente a ponto de sua titularidade começar a ser questionada pela torcida. Na última partida contra o líder Atlético-MG todo mundo caiu de pau em cima de Argel devido a entrada de Aloísio no lugar de Loco Abreu. Nesse ponto vou defender um pouco o técnico já que na hora da troca ninguém questionou a entrada de outro atacante no time. Falar depois do placar adverso é mais fácil, mas concordo com Argel quando ele diz que se tivesse colocado um jogador mais defensivo e tivesse sofrido os três gols todo mundo ia dizer que ele era burro, que trouxe o time para trás ao invés de continuar pressionando o adversário. Até porque nem jogador para segurar a partida ele tinha no banco. Aí que vem o erro do treinador, não na substituição e sim na composição de banco. Mesmo que quisesse Argel não tinha jogador para segurar a partida já que não levou nenhum meia para o banco, apenas três jogadores de frente (Ronny, Aloísio e Fernandes), o zagueiro Sandro, o lateral Marquinhos e o goleiro Ricardo. Porque não levou Pittoni ou Jackson para o jogo na necessidade de fechar o time? Falta de convicção! Argel vem perdendo seus argumentos na mesma velocidade que vem perdendo pontos no campeonato e está cada vez mais perto da porta de saída do Scarpelli. Contra o Atlético-GO na quinta-feira o treinador terá sua última cartada para reverter essa situação. Ao que parece não há boicote por parte dos jogadores para com o treinador, pelo contrário, dizem que o trabalho dele no dia-a-dia é muito bom e que os jogadores estão aplicados nas orientações passadas, mas alguma coisa está saindo errado, e nesse caso, depois de 8 jogos sem vitória, a corda vai estourar e sabemos qual é o lado mais fraco nesses momentos.
Antes que a coisa fique feia de vez, a torcida deveria voltar a abraçar o time. Ainda dá pra sentir no Scarpelli um ranço do que ocorreu nas finais do campeonato estadual. E não falo em números, já que acho a presença de público nos jogos em casa acima da média para o time e para a campanha que estamos fazendo, apesar dos dirigentes estarem decepcionados. Mas falo em comportamento mesmo, em apoiar, empurrar e manifestar seu apoio aos jogadores. Pelo menos no setor C, na qual faço parte, o clima anda muito tenso ultimamente ao ponto de ocorrer alguns princípios de briga e muitos bate-boca entre os próprios torcedores alvinegros. A irritação vem ocorrendo sempre antes do apoio, e manifestações como ocorreram com o jogador Pablo não contribuíram em nada para o Figueirense. Nada mudou, Coutinho quebrou o galho algumas partidas mas Pablo não foi negociado e gostando ou não voltará ao time nas próximas partidas. Precisamos esquecer o que ocorreu no estadual e focar nesse brasileiro. Em alguns momentos é difícil, não é fácil manter a paciência nos momentos difíceis, mas também não tem nada perdido ainda, não é o momento de fazer terra arrazada, e quem não quer ajudar que fique em casa. Não é porque paga a mensalidade que tem o direito de descarregar suas frustações no Scarpelli. O momento é de UNIÃO!
domingo, 15 de julho de 2012
Figueirense x Atlético-MG - Nas estréia do Loco, todo mundo saiu louco!
Aproximadamente dez mil torcedores foram conferir a estréia de Loco Abreu com a camisa do Figueirense diante do líder Atlético-MG nessa noite gelada de sábado no Scarpelli. Enquanto o uruguaio esteve em campo o Figueira mandou bem, mas as cãibras na metade do segundo tempo tiraram Loco do time, a coisa desandou e tivemos a primeira derrota em casa nesse brasileirão.
Apesar do frio o jogo começou quente com as duas equipes escaladas ofensivamente e buscando o gol o tempo todo. O primeiro chute a gol saiu aos 4 minutos com Doriva que de fora da área chutou forte mas no meio do gol e facilitou a defesa do goleiro Victor. O galo reagiu logo depois com Marcos Rocha que fez jogada pela direita e chutou no travessão do goleiro Wilson. Aos 15 minutos novamente Marcos Rocha recebeu na área, cortou para fora e cavou um pênalti na chegada de Doriva e o árbitro marcou. Depois das reclamações Ronaldinho Gaúcho cobrou, bola para um lado e goleiro para o outro e o adversário saiu na frente no placar. O gol deu tranquilidade ao Atlético e mais ansiedade ao Figueirense que tinha dificuldades em chegar com qualidade ao gol adversário. Aos 37 minutos porém, em jogada ensaiada de bola parada, Doriva cobrou falta na cabeça de Fred que escorou para Anderson Conceição subir no meio da defesa e de cabeça completar para o gol e empatar a partida. O gol de empate deu um novo fôlego ao alvinegro que pressionou a equipe adversária nos minutos finais do primeiro tempo e conseguiu a virada já no finalzinho com Júlio César que em um contra-ataque rápido recebeu belo passe de Loco Abreu, driblou o goleiro e de pé esquerdo deu um biquinho para o fundo das redes.
Para o segundo tempo o técnico Argel sacou o apagado Almir e colocou Ronny em campo. E o Figueirense voltou ainda mais ligado em campo. Aos 9 minutos Ronny recebeu na meia esquerda, foi levando os marcadores, entrou na área e quando foi concluir a gol foi travado pela zaga adversária. Aos 15 minutos Loco Abreu recebeu lançamento na área, dominou e chutou forte mas a bola explodiu no zagueiro e saiu. Aos 17 minutos Júlio César ficou com a sobra na área pela direita, ameaçou chutar mas rolou a bola para Ronny que vinha entrando na área e mandou um chutasso rasteiro que Victor nem viu e o Figueirense ampliava o placar para 3 a 1. A vantagem era significativa mas um minuto depois Loco Abreu sentiu cãimbras e foi substituído por Aloísio. Começou aí a virada do galo mineiro na partida. Aos 19 minutos após lambança na saída de bola alvinegra que resultou em falta próximo da área, Ronaldinho Gaúcho cobrou, Wilson saiu mau do gol e o zagueiro Leonardo Silva diminuiu o placar. Na saída de bola Aloísio foi lançado, o zaga falhou e o atacante chegou na cara do goleiro Victor mas bisonhamente chutou torto pela linha de fundo. Era um lance crucial para matar de vez qualquer reação atleticana. Com quem não faz leva, aos 25 minutos Ronaldinho tocou para Jô na linha de fundo que cruzou para encontrar o nanico Bernard livre na área para de cabeça empatar a partida. Desespero total no Scarpelli, o time perdido em campo e sem confiança acusou o golpe e o Atlético não parou por aí. Apenas 5 minutos depois do empate, o meia Guilherme fez jogada pela esquerda, trouxe a bola para o meio e tocou para Serginho na ponta direita; o jogador recebeu, olhou e devolveu para Guilherme livre no meio da zaga completar para o gol e decretar a espetacular virada atleticana. No lado alvinegro, ninguém tinha força para mais nada. Ronny sumiu em campo, Júlio César errou passes bisonhos, e o jeito foi ver o time adversário controlar a partida até o final. Amargamos a primeira derrota em casa nesse brasileirão. O técnico Argel está numa sinuca de bico, com apenas uma vitória em 9 partidas e a zona de rebaixamento batendo na porta, no próximo jogo fora de casa contra o lanterna Atlético-GO só uma vitória salva o treinador, já que com qualquer outro resultado ele nem deve voltar para Florianópolis.
segunda-feira, 9 de julho de 2012
Figueirense x Vasco - A empatiti continua
Uma semana após perder para o Palmeiras em SP o Figueirense receberia no Orlando Scarpelli a equipe do Vasco, até então vice-líder do campeonato, em busca de uma vitória em casa para escapar da zona de rebaixamento e dar o cartão de boas vindas a Loco Abreu. O Vasco vinha com alguns desfalques importantes como Felipe e Éder Luís e o técnico Argel tentando remontar o time devido as ausências no departamento médico, então Coutinho continuou na lateral direita, Fred foi para a zaga no lugar de Canuto e o meio campo contou com Marquinhos e Fernandes na armação das jogadas e Caio e Júlio César no ataque.
A partida começou com o time adversário melhor arrumado em campo e com o Figueira tentando se encontrar. O problema é que faltava organização de meio campo já que Marquinhos não se encontrava no jogo e a bola mau chegava a Fernandes para armar as jogadas. Nos primeiros 15 minutos o Vasco assustou com Nilton de cabeça após completar escanteio batido por Juninho Pernambucano e com Diego Souza que chutou forte de fora da área obrigando Wilson a fazer grande defesa. O gol estava amadurecendo e não tardou. Aos 21 minutos Diego Souza novamente recebeu livre próximo da área, teve tempo de limpar a jogada, ajeitar o corpo e de frente para o gol chutar para abrir o placar, contando com a falha de Wilson que foi tarde para a defesa. Com a desvantagem no placar, o Figueirense passou a tocar mais valorizando a posse de bola. E assim controlou o ímpeto vascaíno e começou a chegar mais na área adversária mas faltava mais conclusões ao gol. No primeiro tempo somente um chute de Júlio César de fora da área que passou ao lado do gol e uma cobrança de falta do zagueiro Fred que caprichosamente explodiu na trave defendida por Fernando Prass.
Veio o segundo tempo e o técnico Argel mudou a equipe, partindo definitivamente para o ataque com Aloísio e Ronny no lugar de Fernandes e Marquinhos. O time mudou, pressionou logo de início e com 15 minutos já tinha criado mais oportunidades que no primeiro tempo todo. Com 5 minutos a maior de todas de empatar o jogo. Após cobrança de escanteio, Dedé subiu para cortar a jogada, se atrapalhou todo e colocou o braço na bola, pênalti para o Figueira. Na cobrança Júlio César bateu bem mas Fernando Prass acertou o canto e fez a defesa. Mesmo assim o alvinegro não se abateu e continuou em cima. O Vasco também carimbou a trave de Wilson em uma cabeçada de Alecsandro mas quem continuava a comandar a partida era o Figueirense. Ronny chutou de fora da área obrigando o goleiro a fazer grande defesa, mas aos 28 minutos a grande jogada da partida. Túlio fez a armação pelo meio, tabelou na meia esquerda, foi até a linha de fundo e cruzou para a área encontrando Ronny que como uma flecha apareceu por trás da zaga para empatar a partida. Nos minutos finais o Figueira ainda tentou alguma jogada para virar a partida mas o Vasco soube esfriar o jogo e segurar pelo menos o empate.
O próximo jogo agora é novamente no Scarpelli contra o líder Atlético-MG e o time continua na obrigação de vencer para fugir de uma vez da zona do rebaixamento. O técnico Argel provavelmente deverá promover a estréia de Loco Abreu no time.
sexta-feira, 6 de julho de 2012
Figueirense es mi hogar
Depois de uma semana de muita angústia por parte da nação alvinegra, finalmente na noite de quinta-feira foi confirmada a vinda de Loco Abreu para o Scarpelli, o que é considerado a maior contratação da história do futebol catarinense. A vinda do atacante é muito significativa para o contexto atual do clube, já que o jogador tem a atenção da mídia nacional e internacional, impõe respeito aos adversários, é referência para o grupo, pode resolver o problema do ataque no campeonato e resgata a auto-estima do torcedor que estava baixa após os últimos acontecimentos desde as finais do campeonato estadual. Já fazia um certo tempo que a torcida do Figueira não ficava tão orgulhosa e devemos reconhecer os esforços por parte de toda diretoria e parceiros alvinegros em trazer Louco Abreu. Agora a hora é de fazermos nosso papel, e lotarmos o aeroporto Hercílio Luz no sábado, as 15:30 para fazer ao jogador a "maior recepção da história de Santa Catarina".
domingo, 1 de julho de 2012
Palmeiras x Figueirense - 6 jogos sem vencer e a água tá batendo na bunda
O Figueirense foi até Barueri enfrentar o Palmeiras em um jogo onde ambos os times tinham desfalques e necessitavam da vitória. O alvinegro não tinha Pablo, poupado depois das críticas do último jogo e substituído por Coutinho; Ygor negociado com o Internacional-RS deu lugar a Doriva; o meia Almir foi para o DM e Fernandes entrou no seu lugar. Além disso o técnico mudou o esquema do time e sacou Aloísio e a dupla de ataque foi formada por Júlio César e Caio.
Com tantos desfalque de ambos os lados o jogo começou com baixa qualidade técnica mas com o Figueira um pouco superior ao adversário e criando mais oportunidades. A primeira oportunidade veio com Caio que escorou cruzamento de cabeça e a bola passou perto do gol, mas a grande chance mesmo aconteceu aos 32 minutos quando Guilherme Santos foi no fundo e cruzou para a área, Júlio César deu uma meia-bicicleta de primeira e colocou a bola no ângulo esquerdo do goleiro que nada pôde fazer. Um golaço para abrir o placar para o Figueira. O gol seria para dar mais tranquilidade ao Figueirense, porém apenas 5 minutos depois, em cobrança de escanteio de Maikon Leite, Roman subiu mais alto que a zaga e cabeceou para empatar a partida. O detalhe é que a bola desviou em Doriva e atrapalhou o goleiro Wilson. Mesmo sofrendo o gol o domínio da partida aínda era alvinegro, mas o primeiro tempo terminou mesmo empatado.
O segundo tempo começou com a equipe da casa mais ligada e disposta a reverter a situação. Já o Figueirense, não conseguia manter a posse de bola e errava muitos passes, dando muita chance aos contra-ataques. Nos minutos iniciais o Palmeiras chegou pelo menos quatro vezes com perigo obrigando Wilson a fazer defesas difíceis. Com 10 minutos o técnico Argel sacou Fernandes e colocou Roni buscando dar mais velocidade ao time. Em seguida, Pittoni estreou esse ano entrando no lugar de Botti que saiu lesionado. O time só melhorou um pouco com a entrade de Aloísio no lugar de Caio e aí acabou ganhando em velocidade. No melhor lance alvinegro do segundo tempo, Roni arrancou pela intermediária em direção à área, foi deixando os adversários para trás e tocou para Aloísio de frente para o gol na entrada da área, o atacante dominou e ao invés de rolar para Júlio César que entrava livre na cara do goleiro preferiu chutar e isolou a bola pela linha de fundo. Era a bola do jogo para confirmar a vitória do Figueirense. O castigo veio minutos depois, aos 38 minutos e novamente em cobrança de escanteio. Maikon Leite bateu, Guilherme Santos e Wilson falharam e o atacante Barcos livre na pequena área tocou para colocar o Palmeiras na frente do placar. O gol bagunçou de vez o Figueira que apenas 3 minutos depois tomou o terceiro em um contra-ataque, Maikon Leite recebeu livre em direção ao gol e na saída de Wilson tocou no canto para fechar o placar. Com a derrota o Figueirense chegou a 6 jogos sem vencer e definitivamente a água bateu na bunda. O momento agora é de superação já que terá duas partidas em casa contra os líderes do campeonato, Vasco e Atlético-MG respectivamente e apenas vitórias salvam o time de entrar na zona de rebaixamento e possivelmente também o emprego do técnico Argel Fucks.
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