Na véspera de copletar 90 anos o Figueirense foi até o Rio de Janeiro enfrentar o Vasco em São Januário pela quarta rodada do Brasileirão 2011. A equipe carioca vinha da ressaca pela festa da conquista da Copa do Brasil no meio da semana e entrou em campo com um time misto. Já no alvinegro, o técnico Jorginho promovia a entrada de Rhayner no lugar de Héber no ataque e Coutinho no meio, no lugar de Wellington Nem. A proposta era totalmente defensiva e pouco criativa. E foi assim que se desenvolveu todo o primeiro tempo. Logo de início o Vasco tinha toda liberdade para armar jogadas apesar do Figueirense jogar com três volantes. O atacante vascaíno Éder Luís tinha liberdade para jogar próximo da área alvinegra principalmente nas costas do lateral Bruno que pouco atacaba mas dava espaços defensivos. O meio campo do Figueira trabalhava a bola na intermediária e pouco agredia o adversário. No primeiro tempo apenas Juninho chutou no início do jogo e a bola desviou na zaga e foi pela linha de fundo e no resto, nada mais foi feito. O Vasco chegou ao seu gol sem fazer muito esforço aos 17 minutos com Hélton, que tocou na saída de Wilson após receber excelente passe de Éder Luis. No restante do primeiro tempo o Vasco criou outras oportunidades mas não conseguiu definir a partida, com Wilson fazendo algumas intervenções e outras jogadas sendo mau finalizadas. Veio o segundo tempo e o técnico Jorginho voltou disposto a tentar mudar a história da partida. Joílson e Héber entraram no lugar de Coutinho e Túlio e assim o time começou um pouco melhor a etapa final, tocando mais a bola e tentando criar mais oportunidades. O Vasco já não mostrava mais a mesma força do primeiro tempo e parecia querer que o jogo acabasse logo para fazerem a festa. Mesmo melhorando seu futebol o Figueirense ainda assim criava poucas jogadas ofensivas. Aloísio e Rhayner no ataque se movimentavam de um lado para o outro mas a falta de criatividade no meio campo alvinegro era irritante. Muito toque para os lados mas objetividade quase nenhuma, facilitando o jogo vascaíno. A história começou a mudar quando Pittoni entrou no lugar de Maicon, já cansado. O jogador não é a um grande meio campo pensador mas pelo menos tentou mostrar mais vontade de mudar a história da partida. Se movimentando bem de um lado para o outro Pittoni era um motorzinho no meio campo alvinegro. Na última jogada da partida, o meia achou Aloísio entrando na área por trás da zaga vascaína e deu um excelente passe para o atacante, que na saída de Fernando Prass deu um leve toque para o gol, o suficiente para deslocar o goleiro e empatar o jogo já aos 45 minutos. No apagar das luzes o Figueirense achou um empate em São Januário. A campanha até aqui é boa mas o futebol apresentado não tem sido lá essas coisas. Falta ao técnico Jorginho perder o medo de ser feliz. Não dá pra todo jogo entrar se defendendo esperando uma falha do adversário. Pelo menos tem que criar jogadas que induzem o adversário ao erro, agora ficar tocando bola sem compromisso como se o empate estivesse bom não vai dar certo. O Figueirense precisa de outra postura para o restante do Brasileirão.
domingo, 12 de junho de 2011
domingo, 5 de junho de 2011
Figueirense x Atlético-GO - Frio, pouco futebol mas o que importa são os 3 pontos
O Figueirense recebeu nessa noite de sábado o Atlético-GO para abrir a terceira rodada do Brasileirão 2011. Uma noite gelada, um horário tardio mas mesmo assim pouco mais de 7 mil torcedores foram ao Scarpelli para acompanhar o alvinegro. E o primeiro tempo foi de doer. O jogo começou com o Figueirense confuso na troca de passes e o time adversário fechado buscando oportunidades para contra-atacar, principalmente com o meia Vítor Júnior e o lateral Thiago Feltri. O alvinegro não conseguia levar perigo ao gol adversário, com Wellington Nem não conseguindo criar jogadas ofensivas, cabendo a Maicon a função de levar o time ao ataque. A primeira oportunidade clara de gol só foi surgir aos 13 minutos com Aloísio, que recebeu na meia, carregou até a entrada da área e após driblar o zagueiro chutou por cima do gol defendido pelo goleiro Márcio. O Atlético-GO pouco atacava e tentava concluir a gol quase sempre com chutes de fora da área que levavam pouco perigo ao goleiro Wilson. Nada aconteceu de interessante no primeiro tempo a não ser a contusão de Reinaldo que sofreu distenção na coxa e deve ficar no DM por um bom tempo. Com pouco futebol e pouca inspiração o primeiro tempo terminou num gélido 0 a 0.
Veio o segundo tempo eapesar de não mexer no time o técnico Jorginho cobrou uma maior qualidade na troca de passes dos jogadores. O time mostrou um pouco mais de organização e principalmente o lateral Bruno passou a aparece mais para o jogo já que Juninho não estava nas suas melhores noites. O técnico PC Gusmão veio disposto a levar 1 ponto para Goiânia e manteve o time praticamente todo atrás. Mesmo assim o Figueirense ainda não conseguia criar jogadas que levassem perigo ao gol adversário. Somente em um erro adversário é que o Figueira conseguiu abrir o placar aos 23 minutos, em uma falha do volante Rômulo que furou na jogada e a bola sobrou para o atacante Héber que na entrada da área ajeitou e com a perna esquerda mandou um balaço cruzado, estufando as redes do gol defendido pelo goleiro Márcio. O gol deu mais tranquilidade ao alvinegro e praticamente desmontou a equipe goiana que não mostrava mais força para reagir. Logo depois aos 28 minutos Maicon bateu escanteio pela esquerda e o zagueiro Édson Cabeção subiu mais alto que todo mundo e completou para o gol ampliando a vantagem do Figueirense. O segundo gol praticamente liquidou a fatura e depois foi só administrar o resultado e aguardar o apito final do árbrito da partida. Agora o Figueira tem a semana inteira para trabalhar para o jogo contra o Vasco no próximo final de semana em São Januário.
domingo, 29 de maio de 2011
São Paulo x Figueirense - Medo de ser feliz
O Figueirense enfrentou na noite de sábado o "todo poderoso" (??) São Paulo no Morumbi em uma noite gelada e com bom público da torcida alvinegra presente. Depois da boa estréia no campeonato com a vitória sobre o Cruzeiro no Scarpelli, era a hora do time fazer a primeira apresentação fora de casa nesse campeonato. Cautela, concentração, atenção, postura tática.....todas essas palavras eram proclamadas diariamente durante a semana. O jogo era difícil e todos sabiam que o Figueira não poderia dar chance ao erro porque poderia ser fatal. Mas também não precisava ter tanto medo de errar. Assim como na partida do Scarpelli, o alvinegro entrou em campo com uma postura mais defensiva, respeitando o São Paulo, tocando bem a bola mas só atacando quando se sentia seguro. O tricolor paulista praticamente só chegava ao gol de Wilson com alguns chutes de fora da área já que o meio campo e defesa alvinegra estavam bem postados não dando espaços para as jogadas de velocidade de Dagoberto, Lucas e Fernandinho. A proposta alvinegra era clara: não tomar gol, se expor o mínimo possível e só atacar quando o adversário desse oportunidade. Mas espera aí, se o São Paulo não der oportunidade o Figueirense vai se conformar em não atacar? Vai esperar o erro adversário e não vai tentar criar nada de diferente? Foi exatamente isso que aconteceu nos primeiros 45 minutos. O alvinegro não tentou criar nenhuma jogada, controlou a partida no meio campo e o único chute a gol dado contra Rogério Ceni foi em uma boa cobrança de falta batida por Wellington Nem. O estreante Aloísio praticamente não apareceu no primeiro tempo e o Figueira foi para o vestiário com o objetivo de não perder comprido.
Veio o segundo tempo e o São Paulo iria partir com tudo pra cima do alvinegro para buscar a vitória. A postura defensiva do Figueirense se manteve e aos poucos o time passou a ser pressionado de forma mais contudente. O técnico da equipe paulista que já tinha feito duas substituições no intervalo dessa vez sacou Carlinhos Paraíba e colocou ojovem meia Marlos. Algumas situações foram criadas e aos 23 minutos após cobrança de escanteio Casemiro cabeceou a bola na trave e a zaga alvinegra conseguiu afastar para escanteio. Poucos minutos depois Dagoberto invadiu a área e chutou cruzado acertando novamente a trave do goleiro Wilson. Aos 34 minutos Lucas fez um carnaval na defesa alvinegra e chutou forte mas Wilson bem colocado fez a defesa. Nessa hora o técnico Jorginho já tinha feito algumas alterações na equipe, colocando Coutinho no lugar de Wellington Nem, Rhayner no lugar de Aloísio e Pittoni no lugar de Túlio. Maicon passou a comandar o meio campo tentando armar algumas jogadas para o alvinegro. O atacante Rhayner também entrou disposto a mudar um pouco a história do jogo, dando mais trabalho para a zaga tricolor. Na melhor oportunidade do jogo para o Figueirense, Bruno fez jogada pela lateral direita e na entrada da área tocou para Rhayner que vinha de frente para o gol mas na hora da conclusão foi travado pela defesa do São Paulo e não conseguiu concluir ao gol. Já no apagar das luzes, no último minuto, depois do Figueirense ter se defendido quase que perfeitamente o jogo todo, depois de uma bola erguida no desespero pela zaga tricolor para a área alvinegra, Rivaldo conseguiu ganhar na cabeça e Lucas ajeitou para da entrada da área dar um chutaço e marcar o gol da vitória do São Paulo. Apesar do chute ter sido forte e a bola ter feito uma curva, na minha opinião Wilson poderia ter defendido pelo menos parcialmente a bola, já que o chute foi no meio do gol, mas também não dá pra colocar a culpa da derrona no nosso goleirão, mas algumas defesas mais difíceis já foram feitas por ele. Ao Figueirense faltou perder o medo de ser feliz. O time não se arriscou em nenhum momento e faltou jogar com mais ousadia quando tinha oportunidade de contra-ataque. Não dá pra jogar o Brasileiro todo assim, achando que o time é pequeno e que jogar fora de casa e não perder é um bom resultado. Porque senão vai acontecer isso, o time jogar bem, se defender bem, mas não agredir o adversário em nenhum momento, aí o castigo aparece. Não podemos ter medo de ser feliz!
quarta-feira, 25 de maio de 2011
Discutindo a semana alvinegra
Passado todo nervosismo e euforia pela estréia no Brasileirão 2011 alguns fatos foram discutidos por imprensa e torcedores de um modo geral, além de novidades que acontecem no Scapelli. Então, vamos às análises:
- Muito se falou sobre o público presente no jogo de reestréia do Figueirense na competição. Pouco mais de 10 mil presentes ficou abaixo do esperado para muitos. Talvez o público poderia ter sido maior, mas analisando por outro lado, ficou acima da média muitos outros jogos não menos importantes da rodada. Para se ter uma idéia, o atual campeão brasileiro, o Fluminense, estreou no Rio contra o São Paulo para um público um pouco maior que 4 mil torcedores. Então o público não foi tão decepcionante assim, apesar de poder ter sido melhor, mas não deve ficar fora da média alvinegra para esse campeonato. Com exceção de alguns jogos de maior repercussão, não devemos fugir muito desse público presente nos jogos do Scarpelli.
- Falando no público, os torcedores alvinegros deram um show nas arquibancadas do Scarpelli. Quando o time mais precisou a torcida jogou junto e empurrou a equipe para a vitória. Foi um espetáculo.
- Com a dupla de volantes alvinegras amarelada durante a partida o técnico Jorginho chamou no segundo tempo o meia Coutinho para o lugar de Túlio. Apesar do burburinho nas arquibancadas o jogador entrou muito bem na partida participando bem das ações tanto defensivas quanto ofensivas, inclusive, criando jogadas de contra-ataque que não foram aproveitadas pelos atacantes alvinegros.
- Apesar do Sr. Medina, pai de Breitner, ter saído feliz com a vitória contra o Cruzeiro, seu filho não vestirá mais a camisa alvinegra. O jogador, ainda não entendi o porquê, não interessa mais a comissão técnica alvinegra, e por isso vai disputar a série B pelo Criciúma. Não era fã de Breitner mas acho que o jogador poderia fazer parte do elenco alvinegro, assim como o atacante Wellington poderia ser banco do Reinaldo.
- Já que uns saem, outros devem entrar. Surgiu a informação de que o meia Pedro Ken que atualmente está no Cruzeiro. O jogador surgiu bem, fazendo a meia do Coritiba em 2009 ao lado de Carlinhos Paraíba (hoje no São Paulo) quando o coxa foi rebaixado. Chamou a atenção do time mineiro mas lá a concorrência e maior e teve poucas oportunidades. Dizem que o jogador já acertou sua vinda para o Figueira, faltando apenas alguns detalhes na questão salarial.
- O atacante Héber renovou essa semana seu contrato com o Figueirense mas não estará liberado para enfrentar o São Paulo sábado no Morumbi. Assim, o técnico Jorginho deve promover a estréia de Aloísio que veio da Chapecoense ou optar por uma equipe mais defensiva, com Fernandes ou Pittoni na meia, deixando apenas Reinaldo no ataque. É esperar para ver.
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Figueirense x Cruzeiro - Boa estréia, até o pai do Breitner ficou feliz
O Figueirense finalmente estreou novamente na série A do Campeonato Brasileiro e não poderia ser melhor, com o pé direito. Em um jogo que começou nervoso com o alvinegro respeitando a equipe do Cruzeiro no primeiro tempo, um gol logo no início da etapa final mudou a história do jogo e apesar de desperdiçar algumas outras boas oportunidades o time mostrou confiança, garra e vontade de fazer a vitória.
Apesar de iniciar a partida não se arriscando muito nas jogadas ofensivas era o Figueirense que procurava mais o jogo enquanto que o Cruzeiro se fechava na linha de defesa para dar o bote no contra-ataque. Praticamente todo o primeiro tempo foi truncado, com as duas equipes se segurando para não errar e concluindo pouco a gol. O time adversário chegava principalmente nas bolas paradas mas foi em um passe de Montillo para Tiago Ribeiro que o Cruzeiro criou sua melhor oportunidade com Wilson defendendo com o rosto o chute cruzado do atacante. O melhor lance alvinegro da primeira etapa veio aos 20 minutos quando Bruno foi na lateral da área e cruzou para Reinaldo que dominou e chutou no canto esquerdo do goleiro Fábio que conseguiu espalmar para escanteio. No mais, um chute de fora da área aqui, um escanteio ali e o primeiro tempo ficou mesmo no 0 a 0 com as duas equipes se segurando bastante na defesa.
Veio o segundo tempo e o Figueirense voltou com outra postura. Logo no início Bruno fez jogada pela direita e tocou para Héber que foi interceptado antes da finalização. Em uma sequência de três escanteios veio o gol alvinegro. Wellington Nem cobrou e o goleiro Fábio rebateu a bola na cabeça de Marquinhos Paraná que acabou fazendo um gol contra. Com o placar aberto o Cruzeiro tentou sair mais para o jogo, abrindo espaços para que o Figuera criasse outras oportunidades. Héber, Reinaldo, Wellington Nem e Maicon perderam algumas chances claras para ampliar o placar e definir a partida. O Cruzeiro ainda criou uma oportunidade perigosa quando em um chute rasteiro da direita Tiago Ribeiro apareceu livre na área para marcar mas Bruno conseguiu cortar na hora que o atacante iria concluir a gol. Até o final do jogo o Figueirense soube se defender e conseguiu segurar a vitória fazendo uma boa estréia diante de um time apontado como um dos favoritos ao título. Até o Sr. Medina, pai do Breitner, gostou da estréia e saiu feliz do Scapelli como mostra a foto, ao lado do nosso amigo Hélio Jr.
quarta-feira, 11 de maio de 2011
Como anda o Figueirense
Passada toda a decepção pela eliminação no Campeonato Catarinense o Figueirense juntou os cacos e foi aproveitar o período que tem antes da estréia no Brasileirão para realizar um intertemporada em Porto Feliz-SP no CT da empresa Trafficc. Nada de mais, aliás, sem muita necessidade. Muito bá, bá, bá, pra quem não fez seu dever no estadual que era pelo menos ter chego as finais. Tirando isso, muitas notícias pipocaram nas últimas semanas no que diz respeito a contratações. Mineiro, Fernandão, Marlos, etc foram alguns nomes citados pela imprensa e que de certa forma mexeram com a torcida alvinegra. Porém, voltando à nossa realidade, até agora foram confirmados o goleiro quase aposentado Eduardo, o meia Leandro Chaves e o meia/lateral Joílson. Muito pouco e aquém das expectativas para um time que precisa efetivamente ser reforçado com qualidade. Além disso, o que começa a preocupar é essa cariocatização do Figueirense, com jogadores indicados pelo técnico Jorginho de qualidade mediana e que vêm do mercado carioca. Daqui a pouco o time perde 4 jogos na série A, Jorginho vai embora e os jogadores ficar por aí. Esse filme já passou algumas vezes pelo Scapelli e o final não é nada bom, veremos aonda isso vai parar.
Hoje o Figueirense faz um amistoso contra o Desportivo Brasil, time da Trafficc, e a grande novidade deve ser a estréia (pelo menos em jogo-treino) do atacante Lenny. Depois de um come-dorme interminável e passada a temporada de verão parece que finalmente o atacante alvinegro vai estar disponível e sem problemas para a estréia no Brasileirão, e hoje já será um bom teste para ver se seu preparo está bom e se o futebol está em dia. É isso, com o Figueirense não disputando nada e só treinando, não há muito pra falar, é ter paciência e aguardar o início do Campeonato Brasileiro.
domingo, 1 de maio de 2011
O filho da paquita não vai pro colégio amanhã e a culpa é do juiz!
Não é meu objetivo escrever sobre outros jogos ou times. O Figueirense é a razão principal do Blog e é o principal combustível de discussões nas rodas com os amigos. Porém o clássico do último domingo ainda estava engasgado na garganta. Estava! Não foi como eu gostaria que fosse, com o alvinegro eliminando seu maior rival, mas nesse domingo os "Deuses do futebol" fizeram justiça e a Chapecoense fez o suficiente pra mandar o leão banguela mais cedo pra casa no campeonato catarinense. Agora vai decidir contra o Criciúma o título do estadual desse ano com a vantagem do empate e de decidir a última partida em Chapecó. Ao final do jogo fiquei imaginando como será o dia de amanhã do filho da paquita da Ressacada no colégio já que após o clássico a ele disse que seu filho poderia enfim rir dos seus amiguinhos alvinegros. Tadinho, chegou seu dia! Valeu Chapecoense! E pra variar sobrou para a arbitragem...o time do sul da ilha quando perde ou a torcida apela pra violência ou os jogadores botam a culpa no juiz.
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